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Seminário no Japão apresenta oportunidades de investimentos no Brasil

julho 26th, 2010 by admin

07.26.10

Em vista do bom momento econômico que vive o Brasil e as conseqüentes boas avaliações no mercado internacional, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MIDC) promove seminário no Japão para atrair investimentos para o país.

O investimento estrangeiro no Brasil tem crescido, assim como a vinda de técnicos de outros países para manuseio de maquinários importados. A Visto Brasil tem notado esse aumento na solicitação desses tipos de visto para estrangeiros no Brasil e tais números foram comprovados pelo MTE na semana passada, conforme publicado aqui no blog.

Fonte: http://www.exportnews.com.br/noticia.php?noticia=1748&titulo=Semin%C3%A1rio%20no%20Jap%C3%A3o%20apresenta%20oportunidades%20de%20investimentos%20no%20Brasil

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MIDC), por meio da Rede Nacional de Informação sobre Investimento (Renai), e a Jetro (Japan External Trade Organization) – órgão do governo japonês que promove o comércio e o investimento, realizam no próximo dia 29, em Osaka (Japão), o Seminário de Negocio Brasil-Japão (Brazil Business Seminar). O objetivo é apresentar aos empresários japoneses as oportunidades de investimentos no Brasil e o atual cenário da economia nacional.

O evento contará com a participação de membros da Renai, além de representantes do Ministério de Minas e Energia, da Casa Civil e da Anatel. Na ocasião, serão apresentados as perspectivas relacionadas a macroeconomia e expansão do mercado consumidor; energias renováveis; Programa de Aceleração do Crescimento (PAC); infraestrutura em telecomunicações e em transporte, com especial enfoque para o ferroviário, o que inclui Transporte de Alta Velocidade (TAV).

No seminário, o coordenador-geral da Renai, Eduardo Celino, fará palestra sobre “Panorama macroeconômico do Brasil e expansão do mercado consumidor”. De acordo com ele, o Japão vem retomando o grau de importância nos investimentos estrangeiros no Brasil que possuíam na década de 70. “Em virtude do destaque da economia brasileira, o interesse dos investidores tem crescido. As obras do PAC e os projetos da Copa 2014 e da Olimpíada 2016 são fatores que impulsionam o interesse japonês pelo nosso país”, comenta.

Segundo Roberto Garibe (Casa Civil), o Brasil está retomando o crescimento e, com isso, os japoneses vão ter ótimas oportunidades de investimentos. Em Osaka, a equipe brasileira irá apresentar a matriz de responsabilidade de investimentos para 2014. “Com relação aos aeroportos, temos a discussão sobre o processo de concessão do aeroporto de São Gonçalo do Amarante (RN); das ferrovias, mostraremos detalhes do edital, já publicado, do trem de alta velocidade; dos portos, mostraremos nossa proposta para os terminais de passeio que será construído em sete portos, visando o turismo marítimo do Brasil que tem crescido; e para a mobilidade urbana, indicaremos o projeto do monotrilho”, cita Garibe.

Mais informações sobre o evento pelo e-mail renai@mdic.gov.br.

Investimentos japoneses

De acordo com o representante da Jetro, Rei Oiwa, tradicionalmente, na hora de investir, os japoneses sempre davam maior importância para os mercados dos países asiáticos e desenvolvidos. Na época da hiper-inflação, as empresas do Japão tinham uma imagem negativa das empresas brasileiras.

Hoje, esse cenário mudou e cresceu o interesse do Japão pelo Brasil. Segundo dados do Banco Central, o ano de 2008 representou a retomada de altos volumes de investimentos japoneses, com fluxo de cerca de US$ 4,1 bilhões. Na ocasião, o país oriental tornou-se o 4º maior país investidor no Brasil (9,3% do total).

Para Rei Oiwa, o Japão precisa prestar mais atenção no crescimento das empresas brasileiras a médio e longo prazos, até porque os mercados dos países desenvolvidos, incluindo o Japão, estão diminuindo e já não tem muito espaço na Ásia para se realizar investimentos. “Os japoneses estão começando a reconhecer o potencial brasileiro. O Brasil tem tudo o que o Japão não tem: recursos naturais, população em crescimento e ainda uma comunidade nipo-brasileira”.

Visitas a empresas

Paralelamente ao evento, a delegação brasileira fará reuniões com empresas japonesas interessadas em investir no Brasil. Também, haverá visita ao centro de reciclagem de materiais eletrônicos, pois, com a aprovação pelo Congresso Nacional da Lei dos Resíduos Sólidos, amplia-se a responsabilidade dos fabricantes para a retirada dos resíduos.

Fonte: MDIC

Importação de mão de obra é recorde

julho 19th, 2010 by admin

07.19.10

A matéria publicada hoje, no jornal Valor Econômico, revela os números da mão-de-broa estrangeira no Brasil, indicando uma grande  entrada de trabalhadores vindos de outros países

A Visto Brasil presta assessoria tanto para legalização de estrangeiros, quanto para estrangeiros querendo investir no país ou mesmo interessados em trabalhar.

Fonte: http://www.valoronline.com.br/?impresso/caderno_a/83/6385350/importacao-de-mao-de-obra-e-recorde

O objetivo é que o imigrante transfira conhecimento ao trabalhador local e retorne a seu país de origem

As concessões de visto de trabalho a estrangeiros no Brasil crescem a uma taxa média anual de 17%. Atraídos pelo bom momento da economia, por altos salários e oportunidades em áreas onde há evidente carência de mão de obra qualificada, quase 180 mil profissionais dos cinco continentes aportaram no país nos últimos cinco anos, de acordo com levantamentos produzidos pela Coordenação Geral de Imigração (CGI) do Ministério do Trabalho.

Das 11.530 autorizações de trabalho concedidas no primeiro trimestre deste ano – um volume recorde para o período -, 60% foram direcionadas a estrangeiros com diploma universitário, mestrado, doutorado e até PHD. Além disso, 80% dos vistos eram vinculados a funções técnicas ou a projetos de transferência de tecnologia. A mão de obra é importada principalmente para atuar em setores que vêm recebendo grandes volumes de investimento e demandam alto nível de conhecimento técnico, como petróleo e gás, energia e indústria.

O norueguês Lennart Nordby, 48 anos, passou a morar, a partir deste ano, parte do tempo no seu país e parte no Brasil. Ele comanda uma tripulação de 15 homens, dez brasileiros e cinco noruegueses em uma embarcação offshore que opera no apoio às plataformas de petróleo. O boliviano Daniel Colque, que viveu cinco anos ilegalmente no Brasil e agora espera a documentação que vai torná-lo um imigrante legal, representa o outro lado da mão de obra estrangeira no país, a barata e não especializada. A maioria desse segundo grupo de trabalhadores, porém, ainda está fora das estatísticas do Ministério do Trabalho.

Titular da Coordenação Geral de Imigração, Paulo Sérgio de Almeida explica que a maior parte das autorizações para trabalho no país é emitida em caráter temporário, por dois anos, com direito a renovação. O objetivo é que o imigrante transfira conhecimento ao trabalhador local e retorne a seu país de origem.

Evento Doing business in Brazil

junho 30th, 2010 by admin

06.30.10

O Brasil e as opotunidades de negócios e investimentos estrangeiros no país são tema de evento que ocorre hoje em Londres e depois em outras cidades ao redor do mundo. O evento foi organizado pela Financial Times e HSBC.

Fonte: http://www.ftconferences.com/hsbc/?PHPSESSID=76b61ed2472325bd0ac142849bf50bb2

Estrangeiros investidores buscam Visto aplicando em álcool e açúcar no Brasil

novembro 10th, 2009 by Leandro

11.10.09

Por: Leandro Silva
Diretor da Visto Brasil

A natureza do VISTO DE INVESTIDOR é a concessão de autorização de trabalho e visto para o estrangeiro que vem ao Brasil para iniciar uma empresa e tem de investir nesta empresa um capital mínimo de 150 mil reais.Trata-se de um processo que tramita em Brasília nos órgãos de imigração com as informações e comprovação de investimento no Brasil.

Nunca o país teve tantos estrangeiros que pleiteiam visto de investimento com participação nos negócios de açúcar e álcool como hoje. Esse avanço ganhou fôlego maior em 2008 com a crise financeira global. Empresários e especialistas acreditam que o movimento está apenas no início e deve se manter acelerado nos próximos anos. O aumento da presença do capital internacional é visto como algo positivo. “As megaempresas que buscam parceiros locais trazem não só acesso a recursos baratos como novo conhecimento e um nível de profissionalização dos negócios que grupos brasileiros familiares desconhecem”, diz o diretor da consultoria Canaplan, Luiz Carlos Correa Carvalho.
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