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	<title>Visto Brasil &#187; migrantes</title>
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	<description>Tudo sobre vistos para estrangeiros no Brasil</description>
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		<title>Artigo &#8211; Para pesquisador, trabalho escravo de bolivianos em SP é só ponta do iceberg</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 14:08:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Fonte: http://noticias.uol.com.br/ Data: 01/02/2010 Bruno Bocchini Agência Brasil Os recorrentes casos de bolivianos encontrados trabalhando em situação análoga à de escravos na região central de São Paulo devem ser encarados apenas como conseqüência de um processo complexo: de um lado, migrantes necessitados de qualquer tipo de emprego e, de outro, um sistema econômico que busca a [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: <a href="http://noticias.uol.com.br/">http://noticias.uol.com.br/</a></p>
<p>Data: 01/02/2010</p>
<p>Bruno Bocchini</p>
<p>Agência Brasil</p>
<p style="text-align: justify;">Os recorrentes <a title="Notícias de bolívianos" href="http://www.vistobrasil.com.br/blog/2010/01/noticia-bolivianos-sao-presos-por-escravizar-compatriotas-e-familiares-aliciados-recebiam-r050-por-peca-de-roupa/" target="_blank">casos de bolivianos encontrados trabalhando em situação análoga</a> à de escravos na região central de São Paulo devem ser encarados apenas como conseqüência de um processo complexo: de um lado, migrantes necessitados de qualquer tipo de emprego e, de outro, um sistema econômico que busca a todo custo baratear a mão de obra.A análise é do pesquisador Sidnei Marco Dornelas, diretor do<a title="CEM" href="http://www.cemsp.com.br/index.php?lingua=1&amp;pagina=home" target="_blank"> Centro de Estudos Migratórios (CEM)</a>. &#8220;A gente simplesmente focaliza o boliviano, joga uma marca nele, um estigma em cima dele. A gente não discute o todo do problema, que é onde está realmente a dificuldade maior. Porque se não for o boliviano hoje, esse mesmo modelo vai se repetir com outro tipo de migrante&#8221;, diz Dornelas. Segundo o estudioso, um dos focos da questão está na condição de vida que faz com que os migrantes, brasileiros ou não, se submetam a trabalhos degradantes, e também na existência de uma cadeia produtiva que se abastece desse tipo de mão de obra.<span id="more-272"></span>&#8220;O problema são as condições econômicas e sociais, as condições de vida que fazem com que essas pessoas vejam como vantajoso entrar em um tipo de atividade como essa&#8221;, afirma o pesquisador. Dornelas ressalta que é difícil acabar com o processo porque ele é vantajoso para ambos os lados &#8211; para os produtores, porque podem contar com uma mão de obra extremamente barata, e para os migrantes, porque, geralmente, as condições precárias a que são submetidos nos grandes centros do Brasil são melhores do que as vividas em seus locais de origem.&#8221;O migrante é a vítima fácil disso tudo, o elo mais frágil dessa corrente. Na verdade, a gente tem um sistema econômico que, em determinados ramos de atividade, necessita disso para poder se reproduzir. E os migrantes não vêm aqui enganados. Eles vêm aqui sabendo o tipo de trabalho. No entanto, eles auferem benefícios&#8221;, explica o pesquisador. De acordo com o estudioso, o mesmo processo de exploração de mão de obra escrava que ocorre com os bolivianos no centro de São Paulo existe, sem grandes diferenças, em outros segmentos, com as mesmas características: a necessidade extrema de emprego e de mão de obra barata.&#8221;Não é só a questão dos bolivianos. Ela está nas lavouras de cana, está espalhado nas carvoarias, no interior do Brasil. O mundo da informalidade, do trabalho degradante alimenta parte da economia do país. Normalmente quem entra nesse tipo de trabalho são migrantes, sejam migrantes bolivianos, sejam migrantes nacionais&#8221;. Três bolivianos foram presos em flagrante no último dia 18 por manter 15 pessoas, também bolivianas, em regime análogo ao de trabalho escravo nos fundos de uma oficina de costura, no Bom Retiro, região central da capital paulista. As vítimas trabalhavam, em média, 17 horas por dia.&#8221;Existe um ramo do nosso mercado que produz determinado tipo de mercadoria, muito barata, que se serve desse tipo de trabalho, que ganha com isso. Não devemos nada aos chineses, quando vendem mercadorias mais baratas. Nós temos nosso próprio modo de reproduzir esse tipo de coisa&#8221;, lamenta.</p>
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		<title>IBGE: mais de 700 mil estrangeiros vivem no país</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 22:52:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br<br />
Data: 09/10 às 18h12</p>
<p>Atualmente, cerca de 700 mil estrangeiros vivem no país, dos quais 70,3% na Região Sudeste, segundo a Síntese de Indicadores Sociais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).   Os dados indicam que, em 2008, o país tinha 19,7 milhões de migrantes — brasileiros que se deslocam entre as regiões dentro do próprio país. Segundo o estudo, o maior grupo nesse contingente foi o de nordestinos, com 10,5 milhões, ou 53,4% do total.</p>
<p>O segundo grupo que mais migrou nasceu no Sudeste (20,5% do total de migrantes) e a maioria dirigiu-se para o Centro-Oeste (35,8%).   Outra constatação da pesquisa é a de que no Brasil a densidade demográfica média em 2008 era de 22,3 habitantes por quilômetro quadrado. A Região Norte, com 45,2% da área total do país e 8,1% da população, tem apenas 4,0 habitantes por quilômetro quadrado, enquanto a Sudeste, com 42% da população total, tem a maior densidade (86,3 habitantes por quilômetro quadrado).   Somente a Região Metropolitana de São Paulo abriga 19,5 milhões de pessoas, ou 47,9% da população do estado, enquanto a Região Metropolitana do Rio de Janeiro, com 11,5 milhões de pessoas, contabiliza 73,4% dos habitantes do estado.<br />
AGÊNCIA BRASIL</p>


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