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Com pouco planejamento, empresas perdem controle de custo para expatriação

outubro 13th, 2009 by admin

10.13.09

Fonte: http://web.infomoney.com.br
Por: Karin Sato
Data: 12/10/09 às 11h41

A expatriação de executivos brasileiros acontece de forma intensa já há alguns anos, porque as empresas acreditam que esses profissionais têm muito a agregar em suas filiais no exterior. Porém, a crise mundial fez com que a maioria das empresas repensasse suas estratégias de expatriação de executivos, cujos benefícios podem não compensar os custos, de acordo com pesquisa da Ernst & Young realizada ao longo do primeiro semestre deste ano com executivos de 155 companhias globais, das Américas, da Europa e da Ásia.

Problemas
Entre os principais problemas diagnosticados nas empresas brasileiras quanto à expatriação está a falta de planejamento sobre os custos reais. Poucas (20%) são as empresas que conhecem o real custo de expatriação. Mais da metade (58%) sabe um valor estimado e 22% ainda estão procurando formas eficazes para calcular esse gasto. Talvez por conta disso um elevado número de expatriados acabe voltando para o país de origem antes do tempo previsto. Nas Américas, o percentual de retorno chega a 55%. No restante do mundo, a porcentagem de executivos que não cumprem o prazo inicialmente estipulado é ainda maior: 81%.

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Contratação de expatriados exige cuidados específicos

outubro 13th, 2009 by admin

10.13.09

Fonte: www.parana-online.com.br
Por Regina Duarte – especialista em Direito do Trabalho.

No Brasil, entende-se por expatriado o cidadão transferido de empresa transnacional para trabalhar em nosso País. Assim como ocorre com o empregado local, ao chegar no Brasil os expatriados estão submetidos às mesmas exigências formais dos trabalhadores brasileiros, ou seja: registro em carteira profissional e celebração do contrato de trabalho. Assim, não existem diferenças substanciais entre os altos funcionários e os demais empregados.
Mas é preciso ter alguns cuidados e prestar atenção a algumas exigências específicas. Em certo sentido, a contratação do expatriado no Brasil pode gerar maiores riscos do que a do empregado local, porque se o expatriado veio transferido da empresa mãe, ou de outras empresas subsidiárias, os tribunais consideram que o tempo de serviço prestado anteriormente se soma ao tempo de serviço prestado no Brasil.

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