Para Ministério do Trabalho, país já é aberto para mão de obra estrangeira

08.09.11

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O Brasil é um país aberto à entrada de trabalhadores estrangeiros e o ritmo superior a 16% de avanço na concessão de vistos de trabalho a imigrantes neste ano evidencia essa abertura, diz Paulo Sérgio de Almeida, presidente do Conselho Nacional de Imigração (CNIG), órgão responsável pela concessão de vistos a trabalhadores estrangeiros.

Na semana passada, uma das ideias discutidas entre especialistas do Ministério da Fazenda para combater a elevação nos preços dos serviços, que pressionam a inflação, seria aumentar a importação de mão de obra. O Valor apurou que a proposta não foi apresentada ao Ministério do Trabalho, ao qual o CNIG é vinculado, ou a outro ministério. Trata-se apenas de uma ideia embrionária.

As normas que regem o CNIG foram construídas para evitar a sobreposição de empregos, isto é, que estrangeiros venham ao Brasil desempenhar funções para as quais trabalhadores brasileiros estão habilitados a ocupar. “A importação de mão de obra é analisada como a importação de bens e serviços”, diz Almeida, “ou seja, só deve entrar no país se não tiver equivalente nacional.”

No ano passado, 56 mil vistos de trabalho foram concedidos a estrangeiros. Este ano, o ritmo deve ser 20% maior. No primeiro semestre, o CNIG concedeu 26,5 mil autorizações para trabalhar no Brasil – 16,4% mais que em igual período do ano passado.

À frente do CNIG desde 2005, e presidente do conselho desde 2007, Almeida viu a concessão de vistos de trabalho dobrar no período – de 25 mil em 2005 para 56 mil no ano passado. Este ano, a previsão é chegar a 67 mil vistos. As autorizações podem ser concedidas ao mesmo trabalhador mais de uma vez, no caso de uma vaga temporária, como a de tripulante em embarcação estrangeira que vem mais de uma vez ao Brasil no mesmo ano.

Uma empresa estrangeira, que queira trazer ao país técnicos para prestação de serviços a uma companhia brasileira, precisa dar entrada em um ofício no CNIG, o que pode ser feito por via eletrônica ou por meio de documentos em papel.

Em média, o CNIG leva 23 dias para conceder o visto de trabalho, a partir do momento em que os documentos são protocolados no Ministério do Trabalho. Para casos de artistas ou desportistas, a concessão de visto ocorre em três ou quatro dias. Após a autorização, o CNIG envia uma nota eletrônica ao Itamaraty, que então dá sinal verde ao consulado do país de onde vem o trabalhador estrangeiro.

A partir do ano que vem, diz Almeida, os técnicos do conselho esperam trabalhar quase que exclusivamente com a certificação digital, de forma a acabar com o uso do papel. “É muito mais fácil, para a empresa estrangeira, operar apenas pela internet”, afirma o presidente do CNIG.

Países que pertencem ao Mercosul (Paraguai, Uruguai e Argentina), Chile e Bolívia mantêm um acordo de “livre intercâmbio” de mão de obra com o Brasil. Ou seja, trabalhadores desses países podem trabalhar legalmente no país sem precisar requisitar vistos no CNIG. Assim, segundo Almeida, “não é possível ampliar mais a importação de trabalhadores desses países, cujos salários são, em sua maior parte, inferiores aos pagos no Brasil”.

Fonte: https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/

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Estrangeiro retoma liderança na Bovespa em agosto

05.09.11

Consultoria jurídica Visto Brasil é especializada em legalização de estrangeiros. Auxílio à obtenção de visto de investidor, destaca-se entre as modalidades de vistos profissionais.
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Os estrangeiros ingressaram com R$ 551 milhões no último pregão de agosto na Bolsa de Valores de São Paulo, mas o volume não foi suficiente para zerar o saldo negativo no mês passado, quando as retiradas superaram as entradas de capital externo. A soma das duas operações devolveu para eles o posto de maior participante do mercado acionário brasileiro. De acordo com analistas, o ingresso de dólares no dia 31 deve ser observado nos dias sucessivos, já que a antecipação do movimento de redução da taxa básica de juros (Selic) pelo Banco Central fez os investidores se voltarem para a renda variável, mas ainda gera dúvidas por conta do cenário macroeconômico.

Os estrangeiros voltaram para a liderança no ranking de participação no mercado. De acordo com levantamento da BM&FBovespa, eles responderam por 36,5% do volume negociado em agosto, ante 32,7% em julho. Os investidores institucionais retornaram para a segunda posição em agosto, respondendo por 32,1% das operações de agosto, ante 34,8% do mês anterior, seguidos por pessoas físicas (de 23,6% para 20,2%), instituições financeiras (de 7,6% para 9,7%) e empresas (de 1,1% para 1,8%).

Em agosto, os investidores não-residentes no País realizaram compras da ordem de R$ 64,693 bilhões e vendas de R$ 65,092 bilhões na Bolsa, resultando em um saldo negativo de R$ 399,3 milhões. No acumulado do ano, o saldo, que estava positivo no começo mês, voltou ao vermelho, refletindo a tensão dos mercados mundiais com relação à economia norte-americana, após a Standard & Poor’s rebaixar o rating de crédito soberano de longo prazo dos Estados Unidos da América de AAA para AA+. “O movimento deu abertura para uma onda de vendas”, lembra o profissional de uma corretora paulista.

De janeiro a agosto, o déficit de capital externo na Bolsa soma R$ 110,465 milhões, conforme dados da BM&FBovespa. Em julho, o saldo anual acumulado era positivo em R$ 288,849 milhões.

Analistas avaliam que, apesar do surpreendente corte na taxa básica de juros, que tirou um pouco das atenções da renda fixa, pelo menos momentaneamente mercados emergentes como o Brasil continuam a enfrentar situações conflitantes do ponto de vista da política monetária e do cenário inflacionário, o que ainda provoca a cautela dos estrangeiros. “Mesmo atraente por conta de preços defasados, os estrangeiros continuam cautelosos com relação ao nosso mercado acionário”, disse um gestor de renda variável.

Distribuição pública

A participação dos investidores estrangeiros nas distribuições públicas de ações com anúncio de encerramento publicado até 26 de agosto de 2011 foi de R$ 7,616 bilhões, segundo a BM&FBovespa. O montante corresponde a 58,4% do volume total da distribuição realizada no período e 52,8% do volume de oferta brasileira.

Fonte: http://veja.abril.com.br/

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Mercado de trabalho para estrangeiro cresce no Amazonas

02.09.11

Visto Brasil auxilia empresas na emissão de visto de trabalho a estrangeiros.
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O número de autorizações concedidas a trabalhadores estrangeiros  no Amazonas aumentou 170% no primeiro semestre comparado aos primeiros seis meses do ano passado. A construção civil e a indústria são os setores que mais absorvem essa mão de obra estrangeira no Estado. Os Haitianos e os japoneses lideram o ranking, segundo a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Amazonas (SRTE/AM).

Foram concedidos 676 vistos de trabalho de janeiro a junho de 2011, contra 250 no mesmo período de 2010. Os dados são da Coordenação Geral de Imigração (CGIg) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O Amazonas é o quinto Estado brasileiro com o maior número de autorizações de trabalho a estrangeiros no período, atrás do Rio de Janeiro (11.377), São Paulo (9.635), Minas Gerais (982) e Rio Grande do Norte (695).

Os trabalhadores do Haiti foram os estrangeiros que receberam o maior número de autorizações de trabalho no Amazonas (247), seguido dos trabalhadores do Japão (90), Estados Unidos (38), Coreia (32), Reino Unido (28) e outros países (241).

A SRTE/AM emitiu no primeiro semestre 974 carteiras de trabalho para estrangeiros, desse total uma média de 75% foram para  haitianos.

“Os haitianos estão sendo absorvidos principalmente pela construção civil e empresas do comércio como padarias, confeitarias, supermercados, setores que estão necessitando de mão de obra urgente”, afirma o superintendente do trabalho e emprego no Amazonas, Dermilson Chagas.

Em contrapartida, os japoneses são contratados, principalmente, para o Polo Industrial de Manaus (PIM) para cargos de chefia ou para implantação de novas tecnologias, como explica a presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Elaine Jinkings.

“Esses profissionais trazem conhecimento técnico para compartilhar com os trabalhadores locais. Normalmente, eles são de uma unidade estrangeira da empresa que já desenvolve essa troca de domínio técnico por um prazo determinado”, afirma.

Segundo Jinkings, o custo para as empresas trazerem esses trabalhadores de fora é muito alto, pois além do salário local (com moeda brasileira), a empresa tem que pagar o salário normal do funcionário (na moeda do país de origem). “Sem falar em hospedagem, transporte, alimentação etc. Então, como o custo é alto, é preciso valer a pena o deslocamento desse funcionário”, completa.

Vistos justificados

De acordo com o levantamento do CGIg, 36% do total de autorizações do Amazonas foram concedidas por situações consideradas especiais pelo Conselho Nacional de Imigração (CNIg), 34% foram para assistência técnica por até 90 dias, sem vínculo empregatício, 9% foram para assistência técnica, cooperação técnica e transferência de tecnologia, sem vínculo empregatício e 6,5% para administradores, diretores, gerentes e executivos com poderes de gestão e concomitância.

Os investimentos efetuados por estrangeiros no Amazonas somaram R$ 304,2 mil, o resultado já ultrapassa os investimentos realizados em 2009 e 2010, R$ 260,5 mil e R$ 276,7 mil, respectivamente.

Autorizações temporárias lideram

No primeiro semestre de 2011 foram liberadas 26,5 mil autorizações para estrangeiros trabalharem no Brasil, um aumento de 19,4% em relação aos seis primeiros meses de 2010. O tempo médio para concessão das autorizações de trabalho foi de 19,76 dias, de acordo com a CGIg.

“A média de tempo é para quem apresenta toda a documentação corretamente. Quem não apresenta, quem cai em exigência, tem que voltar à estaca zero do processo. Estamos desenvolvendo um novo sistema para que até o fim do ano possamos fazer todo o processo pela internet. A autorização para artistas demora menos porque eles vêm para uma temporada específica, preparam tudo com antecedência, têm uma produção quase sempre muito organizada. Por isso é mais rápido”, explicou o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi.

Em relação à categoria das autorizações, aproximadamente 93% são temporárias (24.684), crescimento de 18,9% em relação ao primeiro semestre de 2010. A maior parte das autorizações temporárias foram concedidas para estrangeiros que trabalham a bordo de embarcações ou plataformas estrangeiras (8.234), queda de 0,12% em relação ao mesmo período de 2010. Em seguida estão artistas ou desportistas, com 4.504 autorizações, crescimento de 37,74%.

Para o ministro, o aumento está associado ao crescimento da economia. “Nos últimos anos o Brasil cresceu muito. Com este desenvolvimento, cresce o investimento, cresce a demanda por mão de obra interna – criamos um milhão de empregos no primeiro semestre – e também cresce a demanda por mão de obra externa. É um universo pequeno em relação à população”, comentou Lupi.

Fonte: http://www.d24am.com/

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Estrangeiros descobrem vantagens de trabalhar no Brasil

01.09.11

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O número de estrangeiros que desembarcam no Brasil para trabalhar está aumentando. Segundo o Ministério do Trabalho, somente no primeiro semestre deste ano, foram 26.545, frente aos 22.188 trabalhadores estrangeiros que chegaram ao País no mesmo período de 2010. Na dianteira da lista dos países que mais enviaram trabalhadores para o Brasil estão os Estados Unidos, seguido das Filipinas e Reino Unido.

Para Paulo Sérgio de Almeida, Coordenador Geral de Imigração e presidente do Conselho Nacional de Imigração (Cnig), o aumento é consequência do crescimento da economia do Brasil. “Em linhas gerais, reflete a pujança dos investimentos responsáveis pelo crescimento da economia brasileira. Empresas brasileiras vêm adquirindo máquinas, equipamentos e tecnologia no exterior e, com isso, necessitam da vinda de técnicos estrangeiros para a sua implementação. Além disso, novas empresas de capital estrangeiro que estão se estabelecendo no país, em geral, necessitam de profissionais estrangeiros para o início de suas operações”, disse Almeida, na divulgação dos resultados do primeiro trimestre deste ano.

Marcelo Hahn, CEO da Blau, indústria farmacêutica de capital 100% brasileira, revela que a empresa possui dois estrangeiros ocupando cargos de chefia, além de diversos outros funcionários nos cargos mais abaixo. Ele explica que o principal motivo para a contratação de estrangeiros é a falta de mão de obra qualificada no Brasil. “Em 2003, a empresa decidiu exportar e não queria perder tempo desenvolvendo um profissional. A busca foi por alguém com experiência, mas não encontramos esse perfil aqui”, diz.

Querer não é poder

Não basta apenas ter a vontade de se trabalhar no Brasil. Para conseguir o visto de trabalho no País é preciso cumprir formalidades, exigências e condições legais previstas no Estatuto do Estrangeiro. Jucélia Souza, diretora-executiva da Multiplic Vistos, empresa brasiliense que ajuda na transferência de profissionais estrangeiros para o Brasil, explica que o visto só é concedido quando não há mão de obra brasileira especializada para ocupar tal função.

Ela cita como exemplo a contratação de um professor de inglês. Se a escola interessada é de São Paulo, certamente o pedido será negado, já que existe no mercado mão de obra qualificada e especializada para exercer esta função. “Mas se a escola está no interior de Ceará e consegue comprovar que lá não existem profissionais aptos para exercer a função (americanos naturalizados ou brasileiros com formação), o pedido será aceito”, explica.

A diretora revela que, nos dez anos em que trabalhou no Conselho Nacional de Imigração, mais de 70% dos pedidos de liberação de visto de trabalho eram negados. “Quando há negativa, significa que não foram cumpridos os procedimentos específicos que a lei determina”, avalia.

O advogado trabalhista Rafael Oliveira Santos, da Meloni Advogados, em São Paulo, ressalta que há casos em que regras internacionais garantem ao trabalhador estrangeiro condições mais favoráveis do que as previstas pela lei brasileira, desde que não a ofenda. “A legislação nacional é considerada irrevogável por outras de caráter estrangeiro. Contudo, pode absorver algumas exceções, dependendo da linha de interpretação adotada em cada caso”, comenta.

Culturas diferentes

Mauro Hollo, sócio-diretor da Konsult Consultoria de RH de São Paulo, aponta que contratar um estrangeiro envolve preocupações diferentes da contratação de um profissional brasileiro. “Temos que prestar atenção no perfil de adaptabilidade do candidato e saber se a família quer vir, pois isso pode atrapalhar o processo”, aponta Hollo.

O consultor avalia que, para a contratação de um estrangeiro, os cuidados são maiores por conta de questões culturais. “Hoje existem várias empresas especializadas em aculturação, porque o estrangeiro tem que passar por isso. Mesmo na América Latina temos questões culturais bastante diferenciadas”, diz.

Alexandrine Brami, sócio-fundadora e presidente do Instituto de Estudos Franceses e Europeus de São Paulo (Ifesp), afirma que a entidade auxilia na adaptação de estrangeiros que vêm trabalhar no Brasil. “Quando colocamos um estrangeiro no mercado, fazemos reuniões para acompanhar o processo de sociabilização e integração profissional, pois o trabalho aqui no Brasil é feito em um ritmo diferente. Alguns profissionais têm dificuldade para acompanhar o pique que o brasileiro tem”, avalia.

No Brasil desde 2001, a francesa Alexandrine aponta diferenças na realidade da vida profissional no País em relação a outros países. “Na França, por exemplo, a legislação limita o trabalho a 35 horas semanais. Aqui, são 44 horas e tem muita gente que acorda às 5h, pega dois ônibus, enfrenta uma demanda de trabalho muito grande e ainda estuda à noite”, aponta.

O alemão Rüdiger Leutz, consultor empresarial da Porsche Consulting Brasil, multinacional especializada em consultoria de processos, está no País há dois anos e meio e aponta três grandes dificuldades que enfrenta por aqui: o trânsito de São Paulo, a liberdade dos brasileiros referente à pontualidade e a burocracia no Brasil.

Mas ele avalia como positiva a sua estada no País. “A experiência de trabalhar com essa mistura de culturas agrega valor a qualquer pessoa, seja profissionalmente ou na vida particular”, diz. Leutz comenta que o Brasil é um país com muito potencial no futuro e que participar dessa fase de desenvolvimento traz muitos desafios. “Mas isso traz destaque para os estrangeiros que estão trabalhando aqui neste momento”, avalia.

Troca de moedas

Sem encontrar dificuldades com o câmbio de moedas, Leutz afirma que, ao contrário do que fazia logo após a sua chegada, não converte mais os preços de real para euro. A adaptação à moeda brasileira ocorreu de forma natural. “Quando eu cheguei, em 2008, a taxa de câmbio era absurda, mas agora o valor do real aumentou em relação ao euro”, comenta.

O francês Philippe Ayasse, há sete meses no Brasil, veio assumir a gerência do departamento da Horiba Scientific, empresa japonesa de equipamentos e reagentes para diagnósticos. Quando soube que viria para o País, o primeiro susto foi com custo de vida. “Quando comprei minha televisão, o preço era 30% maior do que na Europa, mesmo para os modelos mais antigos”, diz. Ayasse revela que ainda faz a conversão do real para o euro a cada compra feita. “Como ainda estou me adaptando ao Brasil, acredito que quando eu aprender bem o português, conseguirei pensar em reais”, aposta.

Fonte: http://osamigosdobrasil.com.br/

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Monsanto vê mercado brasileiro como prioridade

31.08.11

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O Brasil é uma das prioridades para a Monsanto nos próximos anos. “O Brasil é a bola da vez”, diz Wanderley Elifas, gerente na unidade da companhia em Oxnard, Califórnia (EUA). “Vemos um potencial de crescimento muito bom no País. É um dos nossos focos, junto com China e América do Sul.”

Considerando todas as divisões de negócios, o Brasil é o segundo maior mercado para a Monsanto – com destaque para a venda de sementes de soja transgênica –, atrás apenas dos Estados Unidos. A empresa não revela os resultados no Brasil, mas informa que no mundo o faturamento foi de US$ 10,5 bilhões (aproximadamente R$ 16,8 bilhões) no ano fiscal de 2010. No mesmo período, foram investidos US$ 1 bilhão (R$ 1,6 bilhão) em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos.

Além das áreas de biotecnologia e defensivos, que respondem pela maior parte do faturamento, a Monsanto vê com especial interesse o mercado de sementes de hortaliças, que deve crescer a uma taxa anual de 5% nos próximos cinco anos. Hoje, o setor movimenta anualmente cerca de US$ 3 bilhões (R$ 4,8 bilhões), sendo US$ 108 milhões (R$ 172 milhões) no Brasil.

Mercado promissor

Os negócios com hortaliças da companhia americana estão a cargo da divisão Seminis e respondem por cerca de 8% das receitas totais da Monsanto. Em 2010, o faturamento da área foi de US$ 850 milhões (R$ 1,4 bilhão) no mundo, enquanto os investimentos em pesquisa ficaram em US$ 85 milhões (R$ 136 milhões).

Embora ainda represente uma parcela pequena nos negócios totais da empresa, as boas perspectivas para o consumo – ainda tímido – de hortaliças no Brasil fazem o setor ser visto como promissor. Tanto que a empresa decidiu retomar seu programa de melhoramento convencional para alface no Brasil a partir de 2012, com objetivo de desenvolver sementes mais adaptadas ao clima e solo do País.

“Dado o tamanho do mercado, não é absurdo falarmos em dobrar o consumo de folhas nos próximos anos”, diz Fernando Guimarães, gerente de negócios de hortaliças da Monsanto no Brasil. Para o executivo, o aumento da renda real média dos brasileiros justifica o otimismo. “A melhora do poder aquisitivo reforça a busca por uma alimentação mais saudável e prática. Com isso, cresce a demanda por produtos ‘in natura’ e itens prontos para consumo, como pacotes para saladas”, diz.

Ainda assim, o brasileiro consome um volume muito pequeno de hortaliças. Em média, são 47 quilos de legumes e folhas per capita por ano, três vezes menos que os 146 quilos recomendados pela FAO, a agência das Nações Unidas para agricultura e alimentação.

“O consumo total desses itens é muito baixo, e isso porque a conta inclui produtos como feijão e tomate. Se pensarmos só em alface, então, o volume é mínimo”, afirma Guimarães. “E isso indica que ainda há muito espaço para crescer.”

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/

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Mão de obra estrangeira desembarca no Brasil

30.08.11

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Em abril, a engenheira civil Almudena Olivares Piñera, de 25 anos, trocou a Espanha por Salvador. O motivo foi uma vaga de emprego na empresa responsável pela construção da Arena Fonte Nova, estádio que vai abrigar os jogos da Copa de 2014 na Bahia. As perspectivas para a economia brasileira – principalmente se comparadas ao cenário de crise em países da União Europeia e nos Estados Unidos – tornaram trajetórias como a da jovem engenheira cada vez mais frequentes no País.

No primeiro semestre deste ano, o número de profissionais estrangeiros aumentou quase 20% em relação ao mesmo período de 2010. Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), entre janeiro e junho foram concedidas 26.545 autorizações para que profissionais de outras nacionalidades possam trabalhar no País, ante 22.188 nos mesmos meses do ano passado. “O Brasil se tornou um mercado com muitas oportunidades para um profissional qualificado”, diz a engenheira Almudena, que chegou ao País por meio da Aiesec, uma organização que promove o intercâmbio entre profissionais.

De acordo com Celso Grisi, professor da Fundação Instituto de Administração (FIA), a “invasão” dos estrangeiros está apenas no início. “Como nos países de origem a situação econômica está muito difícil, a chegada de novos trabalhadores internacionais tende a aumentar nos próximos anos”, afirma Grisi. Ao contrário dos países desenvolvidos, a economia brasileira deve avançar neste ano pelo menos 3,5%, nas estimativas da maior parte dos analistas.

Os estrangeiros são atraídos, principalmente, pelas oportunidades nas áreas de engenharia e de segmentos relacionados ao pré-sal. “Não tem muito o que fazer por enquanto, porque as empresas são as primeiras a buscarem profissionais estrangeiros”, afirma Grisi, referindo-se à baixa qualificação do brasileiro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: http://www.atarde.com.br/

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Venda da cervejaria Schincariol puxa alta de investimento estrangeiro

29.08.11

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A venda da cervejaria Schincariol para o grupo japonês Kirin, que está suspensa por ordem da Justiça, puxou o volume recorde de investimentos estrangeiros em julho. O negócio foi anunciado no início de agosto, mas os recursos entraram no país no fim do mês anterior.

A Kirin pagou, à vista, R$ 3,95 bilhões (US$ 2,5 bilhões) pelas ações da Aleadri-Schinni Participações, detentora de 50,45% do grupo Schincariol.

No mês passado os investimentos estrangeiros diretos somaram quase US$ 6 bilhões, 50% a mais do que o Banco Central esperava receber. Foi o maior valor para meses de julho da série iniciada em 1947.

Para agosto, o BC espera uma entrada de mais US$ 4,2 bilhões. Se confirmado, o Brasil terá recebido em oito meses 78% dos recursos previstos pelo ano.

Com isso, é provável que a instituição revise para cima, em setembro, a sua previsão para 2011, que está em US$ 55 bilhões.

Mais uma vez, os recursos serão mais que suficientes para financiar o deficit do país nas suas transações com o exterior. Em julho, foram US$ 3,5 bilhões, segundo maior resultado da história para esse mês. Para agosto, o BC espera um resultado negativo de US$ 3,2 bilhões.

Fonte: http://www.fatimanews.com.br/

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Estado vê crescimento histórico de estrangeiros e multinacionais

25.08.11

Etanol no interior e exploração de petróleo no litoral são os principais atrativos para os imigrantes que vêm ao estado de São Paulo. Visto Brasil assessora empresas na legalização de trabalhadores estrangeiros.
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No começo do século passado, milhares de italianos, portugueses, japoneses, árabes, entre outras nacionalidades, adotaram o Brasil como pátria e ajudaram a consolidar o crescimento do estado de São Paulo.

Hoje  ocorre algo parecido. Segundo o Ministério do Trabalho, o número de  imigrantes cresceu 39% no primeiro semestre no estado de São Paulo -  total de 9.635. Nesse ritmo, o número geral no ano deve superar o do ano passado (22.371), que já foi historicamente alto.

São pessoas que chegam aqui  aproveitando investimentos nacionais e externos. Segundo a Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise dos Dados), 180 investimentos  multinacionais ou com participação nacional  foram anunciados no Interior entre 2009 e o primeiro semestre do ano passado, somando R$ 17,9 bilhões até 2039. No estado todo, até 2039 serão 993 investimentos (R$ 40,6 bilhões).

Intercâmbio

O secretário de Desenvolvimento Econômico, do estado, Paulo Alexandre Barbosa, afirma que há pelos dois polos de atração de imigrantes para trabalho especializado em São Paulo: no Interior, a produção de etanol, e no Litoral, a tecnologia de exploração de petróleo em águas profundas.

“Esse intercâmbio de informações  é positivo, porque facilita a formação de novos recursos humanos, ajudando na competitividade das empresas e estimulando a economia”, diz.

Segundo o coordenador geral do Conare (Comitê Nacional para Refugiados), Renato Zerbini,  o Brasil e São Paulo, por causa da economia aquecida, já têm  um movimento semelhante de imigrantes ao que aconteceu  na segunda metade do século 19 e início do 20.

Imigrantes anistiados têm prazo atê este mês
Em julho de 2009, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei 11.961, oferecendo o direito de os imigrantes em situação irregular ficarem no país, cerca de 45 mil estrangeiros na época. Agora é preciso que os anistiados com a residência provisória peçam a permanente. Os prazos vencem em agosto. Eles devem procurar a Polícia Federal.

Estatuto do Estrangeiro recebe críticas
O Brasil teve vários fluxos imigratórios em sua história. Segundo o IBGE, o maior número ocorreu de 1904 a 1913, com pouco mais de um milhão de pessoas, sendo que a maioria era de portugueses, espanhóis e italianos.

Para o advogado e especialista em direito internacional, Luís Renato Vedovato, o país não  tem hoje uma política para recepcionar o imigrante. “É um processo demorado, é exaustivo e burocrático, deixando o estrangeiro, na maioria das vezes, sem condições de lutar por seus direitos”, critica.

A Lei 6815/80 reserva à Polícia Federal a responsabilidade de cuidar do estrangeiro, que recebe críticas de mau atendimento. Com as reclamações, o secretário Nacional de Justiça, Paulo Abrão, comprometeu-se a facilitar a regularização definitiva de imigrantes beneficiados pela anistia realizada em 2009.

Três visões dos imigrantes

Imigrantes são bem aceitos no Brasil
Pesquisa mundial do instituto de pesquisa Ipsos MORI divulgada na última sexta mostra que o Brasil é o país que vê os imigrantes de maneira mais positiva (49%). Foram  ouvidas 17 mil pessoas em 23 países.

Há países em que há muita rejeição
O número de pessoas insatisfeitas com a presença de estrangeiros foi consideravelmente maior em alguns países europeus, como Rússia (77%), Bélgica (72%), Grã-Bretanha (71%), Itália (67%) e Espanha (67%). Na Argentina também houve muita rejeição (61%).

Maior queixa é tomada de emprego
As queixas principais contra os imigrantes são o aumento da dificuldade para conseguir emprego nos países e a pressão extra sobre os serviços públicos que acaba os deixando precários.

Outro lado da moeda: Nataniel deixa a África,  mas segue triste em Bauru e já fala em sair

Nascido em Cabo Verde, Nataniel Semedo, 43 anos, veio para o Brasil porque sonhava com dias melhores. “Na África não se pode sonhar. É algo proibido”.

Há seis anos, acompanhado pela mulher, que é bauruense e há mais de 10 trabalhava em uma missão solidária em uma aldeia de Guiné-Bissau, ele despediu-se de seu país com a promessa de que, quando voltasse, seria com boas notícias.

De início, os dois foram morar na Bahia, lugar com o qual Nataniel se identificou de imediato: “É um povo bom, animado. Me sentia em casa”. As oportunidades de trabalho, no entanto, não eram tão boas quanto esperava. Um ano e meio depois o casal veio para Bauru, onde tiveram a primeira e única filha. A identificação de Nataniel por aqui está sendo progressiva: “Estou me acostumando. Tem oportunidades boas, mas difíceis de conseguir”.

Essa impressão tem ligação com os vai-e-vens profissionais que ele tem tido para encontrar algo de que realmente goste. Nataniel é formado em teologia e fala quatro línguas (português, francês, crioulo e inglês). No seu país, trabalhou como professor, diretor de um centro de recuperação de tóxico, desempenhou funções diversas em ONGs, foi membro de fóruns de promoção de direitos humanos: um curriculum de muitos itens. Por aqui, no entanto, ele não tem conseguido ficar na sua área, que como define, é a de “fazer o bem”.

Desde que chegou, tem recheado o seu curriculum com empregos da modalidade “o que aparece pela frente”. Vendedor, vigia, recepcionista, ajudante de pedreiro, empacotador e, há três meses, publicitário. Para não se sentir tão em falta consigo mesmo, desenvolve um projeto comunitário com 80 crianças do bairro Santa Edwirges e escreve livros que aguardam uma oportunidade de publicação.

Nataniel tem sentido que é hora de partir para outra cidade. Reciclando seus sonhos, ele imagina agora ir para a Europa – onde tem irmãos – ou para os EUA. Os motivos, no entanto, são estritamente profissionais. Se deixar novamente uma pátria que considera sua, Nataniel está certo de que será uma triste partida: “O Brasil será para mim um sonho adormecido”.

Um pé no continente africano
Cabo Verde é um país insular da África, constituído po 10 ilhas.  Entre os seus quase 499 mil habitantes, as línguas oficiais são três: português, francês e crioulo.  O país era colônia de Portugal até 1975. Assim como a maioria dos países africanos, enfrenta muitos problemas sociais, como a fome, a miséria e a saúde precária.

Fonte: http://www.redebomdia.com.br/Praca/1

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Gastos de turistas estrangeiros são recorde em julho

25.08.11

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Os turistas estrangeiros que visitaram o Brasil em 2011 gastaram mais do que no ano passado. Em julho, os gastos foram de US$ 498 milhões – um crescimento de 11% em relação ao mesmo período de 2010, quando ingressaram no país US$ 438 milhões por meio de viagens internacionais.

Os dados, divulgados pelo Banco Central (BC) nesta terça-feira (23), indicam também que, nos primeiros sete meses do ano, as despesas foram de US$ 3,8 bilhões, um aumento de 14% em comparação ao valor obtido de janeiro a julho de 2010 (US$ 3,4 bilhões). O cálculo do BC inclui trocas cambiais oficiais e gastos com cartões de crédito internacionais.

Para o presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Flávio Dino, os números são resultado da constante melhoria na qualidade dos destinos, atrações e serviços turísticos oferecidos no país. “Este aumento está atrelado ao trabalho de promoção internacional desenvolvido pela Embratur e demonstra que o Brasil está cada vez mais qualificado e competitivo em relação a outros destinos turísticos.”

Dino acredita que os números da receita mostram uma tendência de diminuição do déficit no item turismo. “Este processo de entrada de divisas por parte do turista estrangeiro vai nos conduzir a zerar o déficit após os megaeventos.”

Fonte: http://www.economiasc.com.br/

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Mais de 2 mil bolivianos respondem a processo de expulsão no Brasil

24.08.11

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Comunidade de estrangeiros que mais cresce em São Paulo, a colônia boliviana tem também o maior número de imigrantes respondendo a processos de expulsão do país neste ano, segundo levantamento feito pelo Ministério da Justiça.

O estudo, feito a partir de dados da Polícia Federal, mostra que 2.094 bolivianos correm o risco de serem mandados embora do Brasil. Em contrapartida, foram concedidas 209 anistias para os nativos da Bolívia regularizarem sua situação no país e poderem morar legalmente aqui. Esse número corresponde a 68,5% do total de anistiados até o mês passado, levando-se em conta as outras nacionalidades.

Enquanto a chegada de bolivianos ao Brasil se deve, tradicionalmente, por causa de oportunidade de trabalho, a saída se dá, geralmente, por acusações de crimes que se tornam condenações, de acordo com a assessoria de imprensa do Ministério da Justiça. Não há números precisos, mas, segundo o ministério, a maioria das expulsões dos imigrantes sul-americanos ocorre por envolvimento com o tráfico de drogas.

O G1 não conseguiu localizar o cônsul geral da Bolívia em São Paulo, Jaime Valdivia Almanza, para comentar o assunto. Em entrevista concedida no início deste mês, a autoridade consular afirmou que existem aproximadamente 300 mil bolivianos na capital paulista. Outros 50 mil estão espalhados no Brasil.

Em 2010, o Consulado da Bolívia em São Paulo, na Avenida Paulista, atendeu cerca de 60 mil pessoas.

No Brás, na região central, fica uma unidade consular do país que atende, em média, cerca de 5 mil pessoas por mês. Ela fica na esquina das ruas Coimbra e Bresser. Dentro, há uma área destinada aos bolivianos que queiram se regularizar e duas salas. Uma é para a Polícia Federal; outra para o vice-cônsul, Rolando Ignácio Bulacios, que autorizou o G1 a fotografar o local no início do mês. Nas paredes, há fotos do presidente boliviano Evo Morales. Uma delas está num painel com cerca de 2 metros quadrados. Também há frases em espanhol como ‘Evo cumple, Jaime realiza, Bolívia avança’.

Expulsão é um processo administrativo que corre pelo Ministério da Justiça. Quem é expulso não pode mais retornar ao país, conforme determina o artigo 338 do Código Penal. Expulsão é diferente de deportação e transferência. Deportação ocorre, normalmente, por alguma irregularidade, como, por exemplo, a falta de documentação necessária. Transferência é aplicada em situações de condenados que vão cumprir pena no país de origem.

Os imigrantes da Bolívia encabeçam dois rankings divulgados pelo Ministério da Justiça: o de anistia e o de processos de expulsão. Paraguai, com 15 anistiados, e China, com 13, são o segundo e terceiro países com o maior número de casos neste ano até o mês passado, respectivamente.

Em se tratando de processos de expulsão, depois de bolivianos, surgem paraguaios (1.653) e peruanos (1.534). Imigrantes destes três países estão envolvidos em brigas e rixas na região central de São Paulo.

Na terça-feira (18), o G1 publicou uma reportagem mostrando que o Ministério Público Estadual apura a suspeita de crimes motivados por rixa entre os povos em São Paulo. As denúncias são de homicídios, latrocínios, assaltos e brigas entre imigrantes que moram na cidade.

De janeiro a julho deste ano, a Polícia Militar diz ter atendido 71 ocorrências envolvendo cidadãos da Bolívia, do Paraguai e do Peru. Durante esse período, além do assassinato de um alfaiate boliviano, ocorreram 34 roubos e 36 casos de lesões corporais. Os ataques ocorrem geralmente à noite em bairros do Canindé, Brás e Pari.

Fonte: http://www.globo.com/

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