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	<title>Visto Brasil &#187; Artigos</title>
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	<description>Tudo sobre vistos para estrangeiros no Brasil</description>
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		<title>Brasil é excelente opção de trabalho para estrangeiros</title>
		<link>http://www.vistobrasil.com.br/blog/2010/11/brasil-e-excelente-opcao-de-trabalho-para-estrangeiros/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 18:33:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<title>Artigo &#8211; A projeção do Brasil no exterior fez crescer o interesse dos profissionais estrangeiros, que agora querem trabalhar por aqui.</title>
		<link>http://www.vistobrasil.com.br/blog/2010/02/artigo-a-projecao-do-brasil-no-exterior-fez-crescer-o-interesse-dos-profissionais-estrangeiros-que-agora-querem-trabalhar-por-aqui/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 14:05:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[contratação de estrangeiro]]></category>
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		<description><![CDATA[Artigo da REvista Você S/A sobre a recente onda de contratação de estrangeiros. 


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: <a title="Você S/A" href="http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/estrangeiros-brasil-532212.shtml" target="_blank"> Revista Você S/A</a> &#8211; Edição 0140,  Fevereiro de 2010.</p>
<p>Data: 18/02/2010</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">O americano Tyler Mecham, de 30 anos, está morando no Brasil há um ano. Ele deixou sua cidade natal, Phoenix, no estado americano do Arizona, e veio para São Paulo cursar MBA na <a title="FIA" href="http://www.fia.com.br/PortalFIA/default.aspx?idPagina=16620" target="_blank">Fundação Instituto de Administração (FIA)</a>, na primeira turma em inglês criada pela escola. Agora, Tyler está em fase de contratação por uma multinacional com sede na capital paulista. Em sua turma, de 15 alunos, outros quatro estão em fase de negociação para serem contratados por empresas locais. ”Fui escolhido por conhecer outra cultura e falar inglês fluentemente, além da minha experiência na área financeira”, diz Tyler. <span id="more-293"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A vinda e a contratação de estrangeiros por empresas com sede no Brasil devem ficar cada vez mais comuns, considerando que o país começa a se aproximar das grandes economias mundiais. Cidades como Londres ou Nova York experimentam isso há anos. Mas esse é também um dos aspectos da falta de profissionais no mercado local. “As empresas primeiro trouxeram de volta seus expatriados. Agora querem também os talentos que não são daqui para preencher seus quadros deficitários por causa do crescimento rápido e da falta de gestores”, diz o consultor de gestão de recursos humanos César Souza, <a title="Empreenda" href="http://www.empreenda.net/" target="_blank">da Empreenda</a>, de São Paulo.</p>
<p>“Os latinos serão os primeiros a vir: portugueses, italianos e espanhóis, que estão com um grande problema de falta de emprego em seu país”, diz César. Nos últimos meses, Newton Campos, presidente da associação de ex-alunos do <a title="Instituto Empresa" href="http://www.ie.edu/" target="_blank">Instituto da Empresa</a>, o IE, na Espanha, uma das principais escolas de negócios da Europa, viu mais que triplicar a procura de ex-alunos por um emprego no Brasil. “Há um ano, recebia um e-mail de ex-alunos a cada três meses. Hoje, chega um pedido de informação sobre trabalho a cada 15 dias”, diz Newton.</p>
<p>Na <a title="ESADE" href="http://www.esade.com.br/esade/" target="_blank">Esade,</a> outra escola de negócios da Espanha, a área de serviços de carreira tinha, até um ano atrás, em média três solicitações de apoio para trabalhar no Brasil por ano. Em 2009, foram 12. O italiano Ulrico Talamanca, de 30 anos, é um dos alunos do IE interessados nas possibilidades brasileiras. Chegou ao Brasil em janeiro deste ano disposto a aprender português — ele já fala inglês, alemão e espanhol — e usar sua experiência de cinco anos em banco de investimento na Itália e nos Estados Unidos para conseguir um emprego no país.</p>
<p>“A economia na Europa está parada e a América do Sul é um lugar mais próximo em termos culturais”, diz Ulrico. Mercados como agronegócio, que empregou três dos alunos da primeira turma do MBA em inglês da FIA, e energia são alguns dos que mais atraem. “O Brasil tem a imagem de inovador no setor de energia e as pessoas querem aprender com isso”, diz James Wright, diretor do curso.</p>
<p>A vinda de executivos estrangeiros pode aumentar a concorrência em algumas áreas, mas a convivência com profissionais de outros países deve beneficiar as empresas e enriquecer as equipes de trabalho locais. “Há uma vantagem na mistura de várias culturas, algo que já acontece nas grandes metrópoles mundiais. Não acho que essas pessoas venham para tirar o trabalho dos brasileiros, mas para trazer mais conhecimento”, diz Denise, da GNext. De fato, os estrangeiros trazem na bagagem uma experiência diferenciada. Até por isso, a competição no mercado de trabalho vai ficar mais árdua.</p>
<p>O americano e seus colegas de classe fazem parte de um grupo de jovens profissionais estrangeiros que vem mostrando interesse crescente em fazer carreira no Brasil, um movimento que se intensificou no último ano, com a crise de emprego na Europa e nos Estados Unidos. “A projeção econômica do Brasil no exterior incentivou essa procura”, diz Denise Barreto, sócia da <a title="GNext" href="http://www.gnext.com.br/" target="_blank">GNext</a>, consultoria de busca de executivos de São Paulo. A GNext vem recebendo mais currículos de europeus desde o início do ano passado. “São altamente qualificados e com perfil multicultural. Se comparados aos brasileiros que cursam MBA no exterior, concorrem em pé de igualdade”, diz Denise. Eles podem ser especialmente interessantes para empresas em fase de internacionalização, que querem ganhar conhecimento em um determinado mercado.</p>
<p><a title="Contratação de estrangeiro - Visto BRasil" href="http://www.vistobrasil.com.br/blog/2009/12/contratacao-de-estrangeiros/" target="_blank">O processo de contratação de estrangeiros</a> leva entre um e dois meses. “É relativamente simples, mas é a empresa brasileira que precisa se responsabilizar pelo visto”, diz o advogado Renê Ramos, sócio da Emdoc, que presta serviço para quem vai contratar estrangeiros. “De julho de 2009 para cá os pedidos de visto de trabalho só aumentaram”, diz Renê.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">


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		<title>Artigo &#8211; Lei brasileira para refugiados é considerada exemplar</title>
		<link>http://www.vistobrasil.com.br/blog/2010/02/artigo-lei-brasileira-para-refugiados-e-considerada-exemplar/</link>
		<comments>http://www.vistobrasil.com.br/blog/2010/02/artigo-lei-brasileira-para-refugiados-e-considerada-exemplar/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 16:50:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[africanos]]></category>
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		<category><![CDATA[refugee united]]></category>
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		<description><![CDATA[O acolhimento brasileiro é fator relevante na escolha do país de destino de refugiados.


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			<content:encoded><![CDATA[<h4><span style="font-weight: normal;">Fonte: <a title="DW-World.de" href="http://www.dw-world.com/dw/article/0,,5167314,00.html" target="_blank">DW-World.de</a></span></h4>
<p>Data: 04/02/2010</p>
<p>Autora: Nádia Pontes</p>
<h4 style="text-align: justify;">Eles vêm de Angola, Congo, Libéria, Uganda e nem sempre chegam ao Brasil de forma planejada. Com portas fechadas na Europa, refugiados passam a escolher cidades brasileiras para recomeçar a vida.</h4>
<p style="text-align: justify;">Ela prefere não se identificar por questões de segurança. Como uma das tantas mulheres africanas, Maria (nome fictício) teve que deixar seu país de origem para preservar sua vida. Nascida em Uganda, aos 43 anos, com quatro filhos, a assistente social abandou seu país acusada pelo governo de ser &#8220;rebelde&#8221;.<span id="more-281"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Maria escolheu o Brasil para se refugiar. &#8220;Eu sabia que teria muita dificuldade para ser aceita na Europa. O Brasil, para mim, era mais seguro.&#8221; Há sete meses ela espera o seu caso ser decidido pelo governo brasileiro. Maria viajou sozinha, deixou em Uganda os filhos de 20, 17, 16 e 11 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">A imagem de homens e mulheres africanos em embarcações superlotadas, que vagam pelo mar e tentam alcançar um continente diferente, não faz parte da história dos fugitivos que chegam ao Brasil. A cena dramática, tão comum nos países banhados pelo Mediterrâneo, está distante do imaginário brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Os africanos que buscam um recomeço no Brasil chegam por vias convencionais, em voos comerciais, entre outros passageiros, como foi o caso de Maria. E são os africanos os primeiros da lista no número <a title="Refugiados no Brasil" href="http://tribunalusofona.blogspot.com/2009/12/refugiados.html" target="_blank">total de 4.240 refugiados no Brasil</a>: correspondem a 64,8% do total.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Opção para refugiados</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil tem hoje uma população estimada em 192 milhões de habitantes – pouco mais de 4 mil são refugiados legais. &#8220;Essa proporção obedece a disposição geográfica brasileira. É difícil entrar aqui ilegalmente, tanto pelo mar quanto pela fronteira seca&#8221;, pontua Renato Zerbini, à frente da<a title="Conare" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Comit%C3%AA_Nacional_para_os_Refugiados" target="_blank"> Comissão Nacional para Refugiados</a>, Conare.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, o Brasil passou a receber mais africanos ao longo dos anos: &#8220;As fronteiras na Europa se fecharam. É quase impossível para os africanos desembarcarem lá&#8230;  E há países que concedem cotas para refugiados, como a Itália. No Brasil não temos isso&#8221;, analisa o especialista.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, refugiados de 75 diferentes nacionalidades vivem como cidadãos brasileiros: a maior parte vem de Angola. A lista aponta em segundo lugar refugiados da Colômbia, seguidos por nativos da República Democrática do Congo e Libéria. &#8220;Alguns deles escolhem viver no Brasil. Os jovens, por exemplo, são influenciados pelo futebol, ou pela música. Porque essa é a imagem brasileira refletida na África&#8221;, declara Renato Zerbini.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O caminho para a legalidade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo as leis brasileiras, um estrangeiro que entra no país com documento falso não fica impedido de pedir refugio. O Comitê Nacional para Refugiados, criado em 1997, estabelece que qualquer pessoa que esteja fora do país de nacionalidade e que tenha um fundado temor de perseguição pode se refugiar no Brasil. &#8220;Muitos fogem sem documentos, cruzam territórios, não sabem nem para onde estão indo&#8221;, revela Zerbini.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando identificados, os fugitivos do país de origem prestam informações para a Polícia Federal do Brasil. Oficiais da Conare entrevistam o solicitante, que também é acompanhado pelo Acnur, agência das Nações Unidas para refugiados.</p>
<p style="text-align: justify;">Até que o caso seja decidido, o candidato ao refúgio recebe um auxílio financeiro que pode chegar a um salário mínimo. Normalmente, os fugitivos ficam em albergues públicos e recebem ajuda da Cáritas, organização da igreja católica.</p>
<p style="text-align: justify;">O julgamento de cada caso dura em média seis meses e a aceitação do pedido de refúgio varia de 35% a 55% no Brasil. &#8220;É uma média generosa comparada com outros países, que é de aproximadamente 30%&#8221;, compara Zerbini.</p>
<p style="text-align: justify;">Amparado nas diretrizes das <a title="NU" href="http://www.un.org/" target="_blank">Nações Unidas</a>, o Brasil não aceita aqueles que tenham cometido crimes contra a paz ou contra a humanidade, crime de guerra ou hediondo, que tenha participado de atos terroristas ou esteja envolvido com tráfico de drogas.</p>
<p style="text-align: justify;">Na avaliação do órgão das Nações Unidas para refugiados no Brasil, a lei brasileira reflete bem a <a href="http://www.onu-brasil.org.br/doc/Convencao%20de%201951%20Relativa%20ao%20Estatuto%20dos%20Refugiados.doc" target="_blank">Convenção da ONU de 1951</a> que cuida do assunto. É, inclusive, considerada mais ampla que a própria convenção e se destaca por considerar a violação dos direitos humanos um fator que exclui os direito ao refúgio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Histórias dramáticas em território brasileiro</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os arquivos do Conare também armazenam histórias dramáticas. Dentre elas, a de dois cubanos que, a bordo de um pequeno barco, chegaram em Santos – na costa sul do estado de São Paulo – pensando que estavam desembarcando em Miami, nos Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Há também casos de africanos que chegam aos portos brasileiros na ilegalidade: alguns são descobertos em alto-mar. Há dois anos, pescadores de Natal, no nordeste brasileiro, resgataram em alto-mar refugiados amarrados a tambores. Eram três fugitivos que viajavam da África para o Brasil no porão de um navio e, quando descobertos, foram arremessados ao mar pelos marinheiros.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Quando o navio aporta, as empresas são responsáveis pelos estrangeiros que estão a bordo. E quando tripulantes ilegais são encontrados, os marinheiros se livram deles para não terem que prestar conta ao governo do local onde vão desembarcar&#8221;, conta Zerbini</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tentativa de reencontro</strong></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Quando um refugiado se sente seguro, a primeira coisa que faz é tentar encontrar quem ficou para trás.&#8221; O relato de Alexandra Aparício é baseado na sua história de família e na experiência profissional: a mãe dela se refugiou no Brasil fugindo do comunismo na China, em 1954. Depois de crescer vendo a angústia dos avós em busca de informações de parentes, Alexandra decidiu trabalhar para um órgão que presta serviço aos refugiados.</p>
<p style="text-align: justify;">A <a href="http://refunitebrasil.wordpress.com/" target="_blank">Refugee United (RU)</a>, foi fundada em 2005 na Dinamarca e tem escritórios nos Estados Unidos e Brasil. A organização procura unir familiares com a ajuda da internet: em São Paulo, há duas salas com computadores disponíveis para refugiados fazerem buscas no site da RU.</p>
<p style="text-align: justify;">Alexandra conta que ali surgem histórias emocionantes: Iona, da Etiópia, conseguiu encontrar a mulher por meio da RU. Ela estava na Inglaterra, depois de ter passado pelo Zimbábue e Botsuana. &#8220;Muitos que vêm aqui são africanos da Etiópia, Uganda, Guiné, Costa do Marfim&#8221;, conta Alexandra.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Eles também vêm aqui para se sentirem acolhidos, para conversar, contar a história da mãe, pai, filhos que ficaram para trás&#8221;, conta Alexandra.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Renato Zerbini, os refugiados são bem acolhidos pelo povo brasileiro. &#8220;Eles chegam aqui achando que serão maltratados, afinal, é quase sempre assim nos países europeus. Mas a maioria consegue se integrar bem, eles arrumam empregos, estudam e fazem a vida aqui&#8221;, finaliza.</p>


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		<title>Artigo &#8211; Para pesquisador, trabalho escravo de bolivianos em SP é só ponta do iceberg</title>
		<link>http://www.vistobrasil.com.br/blog/2010/02/artigo-para-pesquisador-trabalho-escravo-de-bolivianos-em-sp-e-so-ponta-do-iceberg/</link>
		<comments>http://www.vistobrasil.com.br/blog/2010/02/artigo-para-pesquisador-trabalho-escravo-de-bolivianos-em-sp-e-so-ponta-do-iceberg/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 14:08:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Fonte: http://noticias.uol.com.br/ Data: 01/02/2010 Bruno Bocchini Agência Brasil Os recorrentes casos de bolivianos encontrados trabalhando em situação análoga à de escravos na região central de São Paulo devem ser encarados apenas como conseqüência de um processo complexo: de um lado, migrantes necessitados de qualquer tipo de emprego e, de outro, um sistema econômico que busca a [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: <a href="http://noticias.uol.com.br/">http://noticias.uol.com.br/</a></p>
<p>Data: 01/02/2010</p>
<p>Bruno Bocchini</p>
<p>Agência Brasil</p>
<p style="text-align: justify;">Os recorrentes <a title="Notícias de bolívianos" href="http://www.vistobrasil.com.br/blog/2010/01/noticia-bolivianos-sao-presos-por-escravizar-compatriotas-e-familiares-aliciados-recebiam-r050-por-peca-de-roupa/" target="_blank">casos de bolivianos encontrados trabalhando em situação análoga</a> à de escravos na região central de São Paulo devem ser encarados apenas como conseqüência de um processo complexo: de um lado, migrantes necessitados de qualquer tipo de emprego e, de outro, um sistema econômico que busca a todo custo baratear a mão de obra.A análise é do pesquisador Sidnei Marco Dornelas, diretor do<a title="CEM" href="http://www.cemsp.com.br/index.php?lingua=1&amp;pagina=home" target="_blank"> Centro de Estudos Migratórios (CEM)</a>. &#8220;A gente simplesmente focaliza o boliviano, joga uma marca nele, um estigma em cima dele. A gente não discute o todo do problema, que é onde está realmente a dificuldade maior. Porque se não for o boliviano hoje, esse mesmo modelo vai se repetir com outro tipo de migrante&#8221;, diz Dornelas. Segundo o estudioso, um dos focos da questão está na condição de vida que faz com que os migrantes, brasileiros ou não, se submetam a trabalhos degradantes, e também na existência de uma cadeia produtiva que se abastece desse tipo de mão de obra.<span id="more-272"></span>&#8220;O problema são as condições econômicas e sociais, as condições de vida que fazem com que essas pessoas vejam como vantajoso entrar em um tipo de atividade como essa&#8221;, afirma o pesquisador. Dornelas ressalta que é difícil acabar com o processo porque ele é vantajoso para ambos os lados &#8211; para os produtores, porque podem contar com uma mão de obra extremamente barata, e para os migrantes, porque, geralmente, as condições precárias a que são submetidos nos grandes centros do Brasil são melhores do que as vividas em seus locais de origem.&#8221;O migrante é a vítima fácil disso tudo, o elo mais frágil dessa corrente. Na verdade, a gente tem um sistema econômico que, em determinados ramos de atividade, necessita disso para poder se reproduzir. E os migrantes não vêm aqui enganados. Eles vêm aqui sabendo o tipo de trabalho. No entanto, eles auferem benefícios&#8221;, explica o pesquisador. De acordo com o estudioso, o mesmo processo de exploração de mão de obra escrava que ocorre com os bolivianos no centro de São Paulo existe, sem grandes diferenças, em outros segmentos, com as mesmas características: a necessidade extrema de emprego e de mão de obra barata.&#8221;Não é só a questão dos bolivianos. Ela está nas lavouras de cana, está espalhado nas carvoarias, no interior do Brasil. O mundo da informalidade, do trabalho degradante alimenta parte da economia do país. Normalmente quem entra nesse tipo de trabalho são migrantes, sejam migrantes bolivianos, sejam migrantes nacionais&#8221;. Três bolivianos foram presos em flagrante no último dia 18 por manter 15 pessoas, também bolivianas, em regime análogo ao de trabalho escravo nos fundos de uma oficina de costura, no Bom Retiro, região central da capital paulista. As vítimas trabalhavam, em média, 17 horas por dia.&#8221;Existe um ramo do nosso mercado que produz determinado tipo de mercadoria, muito barata, que se serve desse tipo de trabalho, que ganha com isso. Não devemos nada aos chineses, quando vendem mercadorias mais baratas. Nós temos nosso próprio modo de reproduzir esse tipo de coisa&#8221;, lamenta.</p>
<p style="text-align: justify;">


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		<title>Article &#8211; 2009 Expat Survey Results: Working in Brazil, the rewards and frustrations</title>
		<link>http://www.vistobrasil.com.br/blog/2010/01/article-2009-expat-survey-results-working-in-brazil-the-rewards-and-frustrations/</link>
		<comments>http://www.vistobrasil.com.br/blog/2010/01/article-2009-expat-survey-results-working-in-brazil-the-rewards-and-frustrations/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 16:03:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[brazil]]></category>
		<category><![CDATA[lifestyle in brazil]]></category>
		<category><![CDATA[working in brazil]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Daily Life in Rio Data: 14/01/2010 55% of respondents said they work more hours here in Brazil than they did in their previous job. I also asked what was the most rewarding thing about working in Brazil and the most frustrating. Let&#8217;s start with the frustrations and finish on a positive note with the [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: <a title="Daily Life in Rio" href="http://dailyriolife.typepad.com/my_weblog/2010/01/2009-expat-survey-results-working-in-brazil-the-rewards-and-frustrations.html" target="_blank">Daily Life in Rio</a></p>
<p>Data: 14/01/2010</p>
<p>55% of respondents said they work more hours here in Brazil than they did in their previous job.</p>
<p>I also asked what was the most rewarding thing about working in Brazil and the most frustrating. Let&#8217;s start with the frustrations and finish on a positive note with the rewards:<span id="more-252"></span></p>
<p>Participants reported that their biggest frustrations working in Rio de Janeiro are:</p>
<ul>
<li>getting people to do something &#8220;right now&#8221; is almost impossible. Everything takes more time here</li>
<li>I teach English largely to rich kids. Some of their attitudes and sense of entitlement drives me nuts.</li>
<li>the cost of living, quality of apartments available for rent</li>
<li>Working in Brazil is more work as a expat&#8230;longer hours.</li>
<li>because of lack of standardized bureaurcracy, I find that people sometimes neglect common sense in making decisions as they are always trying to make it fit the process instead of designing a process that solves the issue</li>
<li>too much to do in too little time</li>
<li>resistency against changes</li>
<li>There is always expression for para manha&#8230;</li>
<li>inefficiency</li>
<li>low pay</li>
<li>you need to micromanage here in Rio.</li>
<li>the language barrier &#8211; I worked with 5 people who spoke no English so it was pretty much an immersion experience.</li>
<li>For me, language&#8230; I&#8217;d like to speak more portuguese to help improve my work relationships here.</li>
<li>Time difference with US and UK markets, government red tape (you will know what I mean about this after you attempt to get any work papers, open a bank account, get clarification on any laws, etc.</li>
<li>Lack of commitment, inability to separate main issues for side issues the role of large egos that need stroking above the &#8220;greater good&#8221; of the deal/business.</li>
<li>how slow things can be sometimes</li>
<li>The most frustrating thing is that Brazilians are not direct, they beat around the bush like you wouldn&#8217;t believe it!</li>
<li>(<em>DRL&#8217;s note: I&#8217;m guessing this person is a teacher</em>): the parents</li>
<li>not being able to buy/fix camera equipment here in Rio because it&#8217;s too expensive.</li>
<li>The most frustrating thing is dealing with overly dramatic Brazilians!</li>
<li>The most frustrating was the lack of quality teaching materials. A lot of basic supplies that I use here in the states were not available there. I had to get very creative to effectively teach.</li>
<li>simplicity (commitment to a deal, agreement or date)</li>
</ul>
<p>Participants commented that the following makes working in Rio de Janeiro the most rewarding:</p>
<ul>
<li>Teaching the local staff new things. The desire to learn is very strong.</li>
<li>How passionate Brazilians are about their work and life in general&#8230;</li>
<li>making lifelong friends</li>
<li>having the opportunity to be in another country</li>
<li>Closeness of the team</li>
<li>long lunches, long holidays</li>
<li>rio lifestyle</li>
<li>Reward is that you get to experience a new culture and that for me is priceless.</li>
<li>working with a lot of talented Brazilians</li>
<li>speaking more and more portuguese, basic experience and challenge.</li>
<li>Getting past the language barrier</li>
<li>(<em>DRL&#8217;s note: I&#8217;m guessing this person is a teacher</em>): the kids</li>
<li>The warmth of clients when they are pleased with my work.</li>
<li>It allows me to get to know Brazilians and it pays much better than being in the UK.</li>
<li>It was great to be around young children who were bi-lingual. They were so fluent in English at such a young age (1st grade).</li>
<li>simplicity (take it easy)</li>
</ul>


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		<item>
		<title>Lei 12134/2009, alteração do estatuto do Estrangeiro. Visto Para o Brasil.</title>
		<link>http://www.vistobrasil.com.br/blog/2009/12/lei-121342009-alteracao-do-estatuto-do-estrangeiro-visto-para-o-brasil/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 12:49:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[alteração estatudo do estrangeiro]]></category>
		<category><![CDATA[jurídico visto brasil]]></category>
		<category><![CDATA[reciprocidade]]></category>
		<category><![CDATA[visto brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Direito Integral Autor: Amílcar (advogado, Curitiba) Data: 21/12/2009 Foi publicada, em 21/12, a lei nº 12.134/2009 que, atendendo aoprincípio da reciprocidade, altera o estatuto do estrangeirolimitando a observância do prazo de uso do visto para o Brasilà hipótese de existir, no Estado de origem do viajante, idêntica restrição. Partiu do Senador Eduardo Azeredo a iniciativa de [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte:<a title="Direito Integral" href="http://www.direitointegral.com/" target="_blank"> Direito Integral</a></p>
<p>Autor: Amílcar (advogado, Curitiba)</p>
<p>Data: 21/12/2009</p>
<p>Foi publicada, em 21/12, a lei nº 12.134/2009 que, atendendo ao<strong>princípio da reciprocidade</strong>, altera o <strong>estatuto do estrangeiro</strong>limitando a observância do <strong>prazo</strong> <strong>de</strong> <strong>uso </strong>do<strong> visto </strong>para o<strong> Brasil</strong>à hipótese de existir, no Estado de origem do viajante, idêntica restrição.<span id="more-237"></span></p>
<p>Partiu do Senador Eduardo Azeredo a iniciativa de propor a mudança. Eis a justificativa por ele apresentada ao Parlamento:</p>
<blockquote>
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">Nossa <strong>lei de estrangeiros</strong>, do começo dos anos 1980, encontra-se defasada e incompatível com as modernas demandas da delicada área de admissão e de permanência de estrangeiros no território nacional.</p>
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">O mundo mudou, seja pelo maior relacionamento entre as nações seja pela velocidade proporcionada pelas novas tecnologias de transporte, informação e comunicações. Assim, é necessário que a <strong>Lei do Estrangeiro</strong> também se renove.</p>
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">A nova realidade global provoca nas pessoas que nela atuam diretamente a <em>requisição de vistos</em> mesmo sem data acertada para a viagem. Como conseqüência ocorrem situações onde o <strong>prazo de noventa dias</strong> se expira.</p>
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">A alteração proposta acrescenta a oração &#8220;aplicando-se esta exigência somente a cidadãos de países onde seja verificada a limitação recíproca&#8217;&#8221;, para evitar os constrangimentos, seja no embarque no exterior seja na chegada ao Brasil, por que passam viajantes de países onde não há a <strong>exigência de uso do visto nos primeiros noventa dias de sua emissão</strong>.</p>
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">E é bom lembrar que o Brasil, por justificadas razões de custo, não mantém consulados em número suficiente de cidades.</p>
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">Cremos que, uma vez implementada a proposta legislativa que ora se formula, estaremos evoluindo para o patamar de Estados ciosos de seus direitos, que são, em última análise, os direitos de seus cidadãos e demais jurisdicionados</p>
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">
</blockquote>
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">A CCJ do Senado aprovou o PL de que se origina a <strong>lei 12134/2009</strong> sem alterá-lo. Do relatório da Comissão, transcreve-se:</p>
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">
<blockquote>
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">A Lei n° 6.815, de 19 de agosto de 1980, para instituir a <strong>reciprocidade</strong> na concessão de<strong>prazos</strong> de permanência de estrangeiros no Brasil, não é, de fato, novidade, se atentarmos para a realidade internacional e para o modus operandi das políticas de admissão de<strong>estrangeiros</strong> em território nacional, ainda que transitória.</p>
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">Todas as circunstâncias que dizem respeito à forma pela qual o <strong>estrangeiro</strong> é aceito decorrem de poder discricionário dos Estados nacionais. Na ausência de critérios objetivos, aptos a permitir exigibilidade de conduta diversa por parte de eventuais prejudicados, tem-se como assente ser a <strong>reciprocidade</strong> atitude bastante e suficiente para embasar decisões estatais.</p>
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">Ademais disso, a <strong>reciprocidade</strong> é, em direito internacional público, elemento basilar, sem a qual as relações entre Estados soberanos se perderiam em incertezas e imprecisões maiores do que as atualmente verificadas.</p>
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">Como aduz a justificativa da norma proposta e aqui em comento, o Brasil, de fato, se transforma celeremente em país de emigração, a modificar sua tradicional imagem de Nação de destino para imigrantes de todos os continentes. Passa-se a expatriar, devido às crises econômicas e à desigualdade social, número elevado de brasileiros, em busca de melhores condições de vida. Ademais, a <strong>lei</strong> brasileira <strong>de estrangeiros</strong>, do começo dos anos 1980 (Lei 6.815, de 19 de agosto de 1980) está, compreensivelmente, defasada da realidade internacional e das necessidades nacionais.</p>
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">No que concerne ao tema específico das repercussões que poderiam decorrer da adoção da nova lei pelo Brasil, não nos parece ser a proposta passível de acarretar prejuízos políticos importantes. Respaldado pelo inenarguível critério da <strong>reciprocidade</strong> é, apenas, de se esperar que a mesma <strong>reciprocidade</strong> se aplique aos cidadãos brasileiros, o que não configura algo que possa gerar problemas maiores do que aqueles que já se verificam.</p>
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">Como palavra final cumpre relembrar, como nos termos da própria justificativa que acompanha o projeto em comento, que não se trata de medida restritiva ou contrária a<strong>direitos de estrangeiros</strong>. Cuida-se, apenas, de trazer para a lei nacional o critério balizador de todas as relações internacionais, qual seja, o critério da <strong>reciprocidade</strong>. Trata-se, portanto, de proposta conveniente e oportuna aos interesses nacionais.</p>
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">
</blockquote>
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">Embora o relator da matéria na CCJ da Câmara houvesse elaborado substitutivo, não chegou a colocá-lo em votação. Reformulou, ao invés, o parecer primitivo, acolhendo integralmente o texto da agora <strong>lei 1234/2009:</strong></p>
<blockquote>
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">No Mérito, como visto do relatório, o propósito do PL é o de estabelecer<strong style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">reciprocidade</strong> no<strong style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">prazo para o uso dos vistos</strong> concedidos nos termos do parágrafo único, do art. 20 do Estatuto do Estrangeiro.<em style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">Para os países que não adotam exigência semelhante, o disposto em questão deixa de ter aplicabilidade</em>.</p>
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">Como ressaltado na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, a proposição refere-se a <strong style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">prazo</strong> para implementação de <strong style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">visto</strong> concedido, que não deve ser confundido com <strong style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">prazo de estadia</strong> do estrangeiro, e que a limitação recíproca a que o texto alterado se refere reside no <strong style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">tempo de uso</strong> do visto, 90 dias prorrogáveis, nos termos do dispositivo.</p>
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;">Porém, como frisado na Comissão predecessora &#8220;não se pode deixar de reconhecer que ela representa um avanço no sentido de facilitar o trânsito das pessoas, observando-se os pressupostos nacionais de segurança exigidos&#8221;.</p>
</blockquote>
<p style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; list-style-type: none; text-align: center; padding: 0px; margin: 0px;"><strong><a href="http://www.direitointegral.com/2009/12/estatuto-estrangeiro-visto-brasil-lei.html?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed:+DireitoIntegral+(Direito+Integral)"><img class="size-full wp-image-238 aligncenter" title="Alteração do prazo de validade do Visto Brasileiro" src="http://www.vistobrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/lei-12134-09-altera-o-estatuto-do-estrangeiro-prazo-de-validade-para-uso-do-visto6.jpg" alt="Alteração do prazo de validade do Visto Brasileiro" width="431" height="336" /></a><a href="http://www.direitointegral.com/2009/12/estatuto-estrangeiro-visto-brasil-lei.html?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed:+DireitoIntegral+(Direito+Integral)"><img class="size-full wp-image-239 aligncenter" title="Alteração do prazo de validade do visto, reciprocidade" src="http://www.vistobrasil.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/lei-12134-2009-alteracao-estatudo-estrangeiro-prazo-de-uso-do-visto-validade-reciprocidade_thumb3.jpg" alt="Alteração do prazo de validade do visto, reciprocidade" width="440" height="642" /></a><br />
</strong></p>


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		<title>Artigo: Brazil girds for massive offshore oil extraction</title>
		<link>http://www.vistobrasil.com.br/blog/2009/12/artigo-brazil-girds-for-massive-offshore-oil-extraction/</link>
		<comments>http://www.vistobrasil.com.br/blog/2009/12/artigo-brazil-girds-for-massive-offshore-oil-extraction/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 14:34:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[invetimento estrangeiro]]></category>
		<category><![CDATA[oportunidade de investimento]]></category>
		<category><![CDATA[petrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[pre-sal]]></category>

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		<description><![CDATA[Artigo do Washington post fala sobre os investimentos da Petrobrás e outras empresas na extração de petróleo no país e como esta atividade e suas adjacentes tem crescido em relação aos outros países. Fonte: Washington Post Data: 7/121/2009 Autor: Juan Forero State-run Petrobras is poised to become a major global player But then, so is [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Artigo do Washington post fala sobre os investimentos da Petrobrás e outras empresas na extração de petróleo no país e como esta atividade e suas adjacentes tem crescido em relação aos outros países.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a title="Leia o artigo original" href="http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2009/12/06/AR2009120602442.html" target="_blank">Washington Post</a></p>
<p style="text-align: justify;">Data: 7/121/2009</p>
<p style="text-align: justify;">Autor: <a style="text-decoration: underline; color: #0c4790;" title="Quem é Juan Forero" href="http://projects.washingtonpost.com/staff/articles/juan+forero/" target="_blank">Juan Forero</a></p>
<h2 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; font-size: 1.4em; font-weight: normal; text-align: justify; padding: 0px;">State-run Petrobras is poised to become a major global player</h2>
<p style="text-align: justify;">But then, so is the challenge facing Brazil&#8217;s state-controlled energy company, Petrobras: developing a group of newly discovered deep-sea oil fields that energy analysts say will catapult this country into the ranks of the world&#8217;s petro-powers. The oil pools are 200 miles out in the Atlantic and more than four miles down, under freezing seas, rock and a heavy cap of salt.</p>
<p style="text-align: justify;">Petrobras, which until recently was little known outside oil circles, has launched a five-year, $174 billion project to provide platforms, rigs, support vessels and drilling systems to develop tens of billions of barrels of oil. Energy officials here project that Brazil &#8212; still an oil importer five years ago &#8212; will in the next decade have one of the world&#8217;s biggest oil reserves.<span id="more-229"></span></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;It&#8217;s going to change the role of Brazil in the geopolitics of oil,&#8221; Petrobras&#8217;s president, José Sergio Gabrielli, said in an interview at the company&#8217;s headquarters in Rio de Janeiro. &#8220;We are going to become a much bigger producer.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Petrobras estimates that production in Brazil could reach 3.9 million barrels by 2020, up from more than 2 million a day now. Proven oil reserves would rise from 14.4 billion barrels to more than 30 billion barrels, according to government estimates, putting Brazil in the same league as such major oil exporters as Qatar, Canada, Kazakhstan and Nigeria.</p>
<p style="text-align: justify;">The new discoveries in Brazil&#8217;s offshore &#8220;pre-salt&#8221; region do not mean that the country will become a major exporter of crude, according to Gabrielli. He noted that Brazil&#8217;s economy, which is the world&#8217;s eighth-largest and is steadily growing, is expected to consume much of Petrobras&#8217;s projected production. But, he added, as the country meets its own needs, it will also develop for export refined products such as gasoline, diesel and biofuels.</p>
<p style="text-align: justify;">In an era of drum-tight supply, the discoveries off Brazil&#8217;s coast and Petrobras&#8217;s growing stature are changing the world&#8217;s oil balance, because few regions outside the OPEC countries are expected to generate significant growth in crude production, said Michelle Billig Patron, senior director of political risk for the New York-based Pira Energy Group.</p>
<p style="text-align: justify;">There is really only Canada and Brazil when you&#8217;re talking about a million barrels a day more in growth over the next 10 years,&#8221; Patron said.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial, Helvetica; color: #000000;"><strong>A firm hits it big</strong><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;">The engine of that growth is a multinational that, for much of its 56-year history, was little more than a trading company. It pumped a few thousand barrels a day almost as a side note to its real function, overseeing oil imports. Then in 1974 &#8212; a time when oil shocks had alarmed Brazilian officials &#8212; came a major discovery: the offshore Campos Basin, east of Rio.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Petrobras, before Campos, produced 180,000 barrels a day,&#8221; said João Carlos de Luca, a former Petrobras executive who is president of the Brazilian Petroleum Institute, which represents foreign oil companies here. &#8220;After Campos, it was a company that searched for self-sufficiency in production.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">In its drive to produce, Petrobras became a leader in offshore production. The Rio-based company is now responsible for more than a fifth of the world&#8217;s deep-sea operations, more than any other company, Gabrielli said. It operates in 26 countries and drills off the African coast and in the Gulf of Mexico.</p>
<p style="text-align: justify;">With a market capitalization of more than $220 billion, Petrobras is one of the world&#8217;s 10 biggest companies. Over the past two years, it has been the most frequently traded foreign company on the New York Stock Exchange, trade data show. Among investors bullish on Petrobras is George Soros, who last year made the oil company the largest single holding in his investment fund, according to Bloomberg.</p>
<p style="text-align: justify;">Though private investors control nearly 60 percent of Petrobras stock, the Brazilian government has 56 percent of the voting rights. Seven of its nine directors are from the government. The board&#8217;s chairwoman is Dilma Rousseff, a Lula confidant who is expected to be the ruling party&#8217;s candidate in next year&#8217;s presidential elections.</p>
<p style="text-align: justify;">The Lula government is now seeking passage of a law to give Petrobras control over future projects in the newly discovered fields. Foreign companies have explored for oil in Brazil since 1997, but the proposed regulations would limit their ability to make major decisions involving the new oil pools.</p>
<p style="text-align: justify;">Gabrielli said it is logical to make Petrobras the operator, with a mandatory 30 percent stake in each project, because Brazil took the risks to drill for oil in the pre-salt. But he noted that companies such as<a style="text-decoration: underline; color: #0c4790;" href="http://financial.washingtonpost.com/custom/wpost/html-qcn.asp?dispnav=business&amp;mwpage=qcn&amp;symb=XOM&amp;nav=el">Exxon Mobil</a>, Britain&#8217;s <a style="text-decoration: underline; color: #0c4790;" href="http://financial.washingtonpost.com/custom/wpost/html-qcn.asp?dispnav=business&amp;mwpage=qcn&amp;symb=BRG&amp;nav=el">BG Group</a>, Royal Dutch Shell and Spain&#8217;s Repsol are investing billions to develop their share of the new projects.</p>
<p style="text-align: justify;">Luca, the president of the association representing foreign companies, said Petrobras may overextend itself. &#8220;We could be limiting the development,&#8221; he said.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial, Helvetica; color: #000000;"><strong>Far out and deep down</strong><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;">The entire pre-salt region is laced with &#8220;elephant fields,&#8221; pools holding at least a billion barrels of oil each. Tupi, which in 2006 was the first field found, holds up to 8 billion barrels.</p>
<p style="text-align: justify;">Despite the optimism that Petrobras officials display for visitors, they reel off the challenges: shifting salt, 6,500 feet of it, and working fields so far from the coast that they cannot be reached by helicopter.</p>
<p style="text-align: justify;">Much of the new infrastructure needed to develop the pre-salt is being built here at Angra, and at other shipyards dotting the coast. On a recent day, decked out in a bright-orange jumpsuit and helmet, Roberto Moro, a mechanical engineer, strolled amid giant pontoons weighing 6,000 tons each. He explained how they would be latched together, then topped with a 14,000-ton deck the size of a football field.</p>
<p style="text-align: justify;">The final product, a platform called P-56, will cost $1 billion, he said. And Petrobras will need a fleet of them.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Each platform we are building here, like P-56, represents 10 percent of national oil production,&#8221; Moro, 46, explained. That is the equivalent of 180,000 barrels.</p>
<address><strong>Para saber mais:</strong> <a title="Correio Braziliense" href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/09/22/economia,i=143730/DILMA+AFIRMA+QUE+ESTRANGEIROS+QUEREM+INVESTIR+NO+PRE+SAL.shtml" target="_blank"><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;">Dilma afirma que estrangeiros querem investir no Pré-sal</span></span></a>,</address>
<address><a title="Estado de São Paulo" href="http://www.estadao.com.br/noticias/economia,repsol-pre-sal-do-brasil-e-prioridade-nos-investimentos,466503,0.htm" target="_blank"><span><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;">Repsol: pré-sal do Brasil é prioridade nos investimentos</span></span></span></a>, <a title="Blog do Visto Brasil" href="http://www.vistobrasil.com.br/blog/2009/09/brasil-atrai-negocios-estrangeiros-no-pos-crise/" target="_blank"><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;">Brasil atrai investimento estrangeiro no pós-crise</span></span></a>, <a title="Pré-sal e o futuro do Brasil" href="http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_32/2009/09/23/ficha_presal/id_sessao=32&amp;id_noticia=15830/ficha_presal.shtml" target="_blank"><span><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;">Até os árabes querem petróleo do pré-sal</span></span></span></a></address>


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		<title>Contratação de estrangeiros</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 17:50:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[carteira de identidade de estrangeiro]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[contratação de estrangeiros]]></category>
		<category><![CDATA[contratalção]]></category>
		<category><![CDATA[fronteiriço]]></category>

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		<description><![CDATA[Historicamente o governo brasileiro, se preocupa com a entrada de estrangeiros no país, com o objetivo de trabalho. Tendo em vista, que a entrada de muitos estrangeiros com esse objetivo, poderia aumentar ainda mais, o desemprego no Brasil. As Constituições anteriores a de 1988, trazia em seu corpo que as empresas deveriam respeitar uma proporcionalidade [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Historicamente o governo brasileiro, se preocupa com a entrada de estrangeiros no país, com o objetivo de trabalho. Tendo em vista, que a entrada de muitos estrangeiros com esse objetivo, poderia aumentar ainda mais, o desemprego no Brasil.<br />
As Constituições anteriores a de 1988, trazia em seu corpo que as empresas deveriam respeitar uma proporcionalidade de brasileiros, em relação aos estrangeiros contratados. No entanto, os constituintes de nossa carta magna atual, não incluíram em seu texto, qualquer determinação sobre o assunto. Sendo assim, o tratamento legal do tema, está contido na CLT em seus artigos 352 a 371, e também por normas estabelecidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego.<span id="more-220"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contratação:</strong> <strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nenhum empregado estrangeiro poderá ser admitido, sem apresentar sua <a href="http://www.vistobrasil.com.br/blog/2009/12/noticia-estrangeiros-em-situacao-irregular-no-brasil-podem-pedir-anistia-do-governo-federal/" target="_blank">Carteira de Identidade de Estrangeiro</a>, devidamente anotada, comprovando que sua permanência no país é legal. Enquanto não for emitida a carteira de identidade, o estrangeiro poderá apresentar como documento hábil de sua condição legal, uma certidão emitida pelo <a title="SINCRE" href="http://www.mte.gov.br/ctps/estrangeiro.asp" target="_blank">Sistema Nacional de Cadastramento de Registro de  Estrangeiros &#8211; SINCRE</a> e o passaporte com seu respectivo visto.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a <a title="Lei nº 6.815" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L6815.htm" target="_blank">Lei n.º 6.815, de 19/08/1980</a>, serão  considerados para admissão, somente os estrangeiros que possuírem visto  temporário ou permanente e o fronteiriço.</p>
<p style="text-align: justify;">Cessada a verificação da condição do estrangeiro no Brasil, o empregador poderá solicitar os <a title="documentos para empregador" href="http://www.questaotrabalhista.com/download/relacaodocs.doc" target="_blank">documentos</a> para efetivação do seu contrato de trabalho. O período do contrato de trabalho do empregado com visto temporário, fica limitado à duração do referido visto. Para os estrangeiros com visto permanente, além do contrato determinado, o empregador poderá firmar contrato por tempo indeterminado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Equiparação Salarial:</strong> <strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Determina o artigo <a title="Artigo 641 da CLT na íntegra" href="http://artclt.wordpress.com/2008/06/13/artigo-461/" target="_blank">461 da CLT</a>, que sendo idêntica à função, a todo trabalho de igual valor, prestado ao mesmo empregador, na mesma localidade, corresponderá igual o salário, sem distinção de sexo, nacionalidade ou idade. Desta forma, o que se pode exprimir em relação aos estrangeiros, é que o empregado contratado para exercer uma função idêntica ao do brasileiro, não poderá ter o salário menor, o mesmo deve ser observado quando ocorrer o contrário.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante ressaltar, que trabalho de igual valor é aquele feito de igual produtividade e com a  mesma perfeição técnica, entre empregados que a diferença de tempo de serviço não for superior a 2 (dois) anos. Não prevalecendo essas regras, se o empregador mantiver organizado o pessoal em quadro de carreira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autorização:</strong> <strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;">A pessoa jurídica interessada na chamada de mão-de-obra estrangeira, em caráter permanente ou temporário, deverá solicitar autorização de trabalho junto à <a title="Resolução normativa" href="http://www.etecnico.com.br/paginas/mef7361.htm" target="_blank">Coordenação Geral de Imigração</a>, órgão do Ministério do Trabalho e Emprego.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nacionalização da Marinha Mercante:</strong> <strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;">O legislador brasileiro demonstrou preocupação com a Marinha Mercante brasileira, disciplinou no artigo 368 da CLT, que o comando do navio mercante nacional só poderá ser exercido por brasileiro nato. E ainda disciplinou regras para os tripulantes, pois no artigo 369 esclareceu que, a tripulação de navio ou embarcação nacional será constituída, pelo menos, de 2/3 (dois terços) de brasileiros natos. Todavia, ressalvou que essas disposições não se aplicam aos navios nacionais de pesca, que ficarão sujeitos a legislação especifica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fronteiriço:</strong> <strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;">O estrangeiro na condição de fronteiriço poderá exercer atividade remunerada no Brasil, sem possuir Carteira de Trabalho, no entanto, é necessário autorização da Polícia Federal.</p>
<p style="text-align: justify;">Considera-se Fronteiriço aquele que habita em país limítrofe em relação ao Brasil, e é domiciliada cidade contígua ao território nacional. Se o estrangeiro nesta condição, desejar exercer atividades em outras cidades, deverá apresentar a Carteira de Trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">


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		<title>Visto para Investidor Estrangeiro – VISTO DE INVESTIMENTO</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 17:23:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[jurídico visto brasil]]></category>
		<category><![CDATA[visto de investimento estrangeiro]]></category>
		<category><![CDATA[visto empresas]]></category>
		<category><![CDATA[visto investimento]]></category>
		<category><![CDATA[visto para empresários]]></category>

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		<description><![CDATA[Por: Leandro Silva Diretor da Visto Brasil Para a obtenção do visto será necessário ingressar com um  processo administrativo que tramitará em Brasília, junto aos órgãos competentes para imigração na Esplanada dos Ministérios e em conjunto com o Banco Central do Brasil que irá adequar a remessa do dinheiro externo aos requisitos da legislação de [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por: Leandro Silva<br />
Diretor da Visto Brasil</em></p>
<p>Para a obtenção do visto será necessário ingressar com um  processo administrativo que tramitará em Brasília, junto aos órgãos competentes para imigração na <a title="Esplanada dos Ministérios" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Esplanada_dos_Minist%C3%A9rios" target="_blank">Esplanada dos Ministérios </a>e em conjunto com o <a title="Banco Central do Brasil" href="http://www.bcb.gov.br/" target="_blank">Banco Central do Brasil</a> que irá adequar a remessa do dinheiro externo aos requisitos da legislação de visto.</p>
<p>A etapa mais delicada da nova versão do visto de investimento (alterado em 19 de fevereiro de 2009) é a criação do plano de investimento e negócios. Este complexo documento busca apresentar para os órgãos de imigração todos os detalhes do investimento e aplicação do capital estrangeiro no Brasil. Saiba mais <a title="Plano de Investimento de Negócio" href="http://www.vistobrasil.com.br/blog/2009/09/vistodeinvestido/#more-55" target="_blank">aqui</a><span style="text-decoration: underline;"><strong>.</strong></span></p>
<p>No mesmo processo, sem a necessidade de mais investimentos, o estrangeiro poderá legalizar seu cônjuge e filhos menores de 18 anos.<span id="more-197"></span></p>
<p>O visto permanente tem validade permanente. Contudo após de 3 (três)  anos será necessário comprovar-se, entre outros dados, a continuidade da empresa para continuidade do visto.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"> </span><strong><span style="text-decoration: underline;">VISTO BRASIL E A APLICAÇÃO DO VISTO DE INVESTIDOR</span></strong></p>
<p>O visto de investidor estrangeiro requer inicialmente a inclusão do estrangeiro no quadro societário da empresa que receberá o investimento com a modificação do seu  Contrato Social. O setor contábil da <a title="Visto Brasil home" href="http://www.vistobrasil.com.br" target="_blank">VISTO BRASIL</a> mantém contato  e inscrição com as Juntas Comerciais  de todos os estados do Brasil para a correta adequação na Lei Civil em vigor.</p>
<p>Após a regularização da empresa o estrangeiro deverá informar o <a title="Banco Central do Brasil" href="http://www.bcb.gov.br/" target="_blank">Banco Central do Brasil</a> a movimentação dos valores investido para que estes tenham validade no processo de visto permanente. Esta inscrição será feita diretamente no <a title="Banco Central do Brasil" href="http://www.bcb.gov.br/" target="_blank">Banco Central do Brasil</a> pelos operadores de cambio da <a title="Visto Brasil home" href="http://www.vistobrasil.com.br" target="_blank">VISTO BRASIL</a> com as informações prestadas pelo estrangeiro.</p>
<p>Atualmente também são exigidos outros registros para a descaracterização de crimes de evasão fiscal e de divisas.</p>
<p>Por fim o setor jurídico da <a title="Visto BRasil home" href="http://www.vistobrasil.com.br" target="_blank">VISTO BRASIL</a> irá acompanhar todo o processo em Brasília nos órgãos competentes para imigração com apresentação da legislação específica que baseia o pedido e verificação nas normas judiciais quanto aos prazos e envio de documentos, carimbos e chancelas em passaporte e  protocolo, até a final obtenção do visto permanente.</p>


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		<title>Estrangeiros investidores buscam Visto aplicando em álcool e açúcar no Brasil</title>
		<link>http://www.vistobrasil.com.br/blog/2009/11/estrangeiros-investidores-buscam-visto-aplicando-em-alcool-e-acucar-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 10:41:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[alcool]]></category>
		<category><![CDATA[cana de acucar]]></category>
		<category><![CDATA[visto de investidor]]></category>

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		<description><![CDATA[Por: Leandro Silva Diretor da Visto Brasil A natureza do VISTO DE INVESTIDOR é a concessão de autorização de trabalho e visto para o estrangeiro que vem ao Brasil para iniciar uma empresa e tem de investir nesta empresa um capital mínimo de 150 mil reais.Trata-se de um processo que tramita em Brasília nos órgãos [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: Leandro Silva<br />
Diretor da Visto Brasil</p>
<p>A natureza do VISTO DE INVESTIDOR é a concessão de autorização de trabalho e visto para o estrangeiro que vem ao Brasil para iniciar uma empresa e tem de investir nesta empresa um capital mínimo de 150 mil reais.Trata-se de um processo que tramita em Brasília nos órgãos de imigração com as informações e comprovação de investimento no Brasil.</p>
<p>Nunca o país teve tantos estrangeiros que pleiteiam visto de investimento com participação nos negócios de açúcar e álcool como hoje. Esse avanço ganhou fôlego maior em 2008 com a crise financeira global. Empresários e especialistas acreditam que o movimento está apenas no início e deve se manter acelerado nos próximos anos. O aumento da presença do capital internacional é visto como algo positivo. &#8220;As megaempresas que buscam parceiros locais trazem não só acesso a recursos baratos como novo conhecimento e um nível de profissionalização dos negócios que grupos brasileiros familiares desconhecem&#8221;, diz o diretor da consultoria Canaplan, Luiz Carlos Correa Carvalho.<br />
<span id="more-178"></span><br />
De acordo com levantamento do Banco Central, de janeiro de 2007 a junho deste ano, o Brasil recebeu mais de US$ 3,5 bilhões de investimentos estrangeiros diretos para produção de derivados de petróleo e de bicombustíveis. Segundo a instituição, a maior parte dos recursos &#8211; cerca de US$ 3,1 bilhões, ou 90% do total &#8211; foi aplicada em investimentos na indústria do etanol.</p>
<p>Pesquisa sobre fusões e aquisições da KPMG Corporate Finance mostra que, de 2000 a setembro deste ano, o setor de açúcar e álcool registrou 99 fusões e aquisições envolvendo empresas brasileiras. Apenas nos últimos três anos, foram 45, sendo 22 negócios de empresas de capital estrangeiro adquirindo unidades de origem nacional localizadas no país.</p>
<p>A concessão do visto ao estrangeiro ficará condicionada à comprovação de investimento, de um montante igual ou superior, a R$ 150.000,00 (cento e cinqüenta mil reais). Esta entrada de dinheiro poderá ser feita em uma empresa nova ou já existente.</p>
<p>Nas duas opções será necessário incluir o estrangeiro investidor como sócio da empresa nos parâmetros especiais para estrangeiros e de acordo com a legislação da Junta Comercial e Lei Civil em vigor.</p>
<p>Segundo levantamento do Sindicato da Indústria de Fabricação do Álcool e Açúcar de Minas Gerais, a taxa de participação das empresas estrangeiras no total da cana-de-açúcar processada passou de cerca de 1% no início da década para 12% na safra 2007/2008. A expansão mais forte se deu nos últimos três anos, com destaque para o intervalo entre o segundo semestre de 2007 e o ano de 2008. Além disso, 23% das companhias brasileiras já possuem em sua estrutura corporativa a presença de executivos estrangeiros, que representam grupos internacionais parceiros.</p>
<p>Levantamento divulgado neste mês pela PricewaterhouseCoopers mostra que as 450 usinas existentes no país são controladas por 160 companhias &#8211; brasileiras e internacionais. A participação estrangeira nos negócios do setor &#8211; por meio de parcerias ou controle da operação &#8211; atinge 15%. A taxa era de 12% há quatro anos, informa a consultoria.</p>
<p>Para a obtenção do visto será necessário ingressar com um  processo administrativo que tramitará em Brasília, junto aos órgãos competentes para imigração na Esplanada dos Ministérios e em conjunto com o Banco Central do Brasil que irá adequar a remessa do dinheiro externo aos requisitos da legislação de visto.</p>
<p>A etapa mais delicada da nova versão do visto de investimento (alterado em 19 de fevereiro de 2009) é a criação do plano de investimento e negócios. Este complexo documento busca apresentar para os órgãos de imigração todos os detalhes do investimento e aplicação do capital estrangeiro no Brasil. Saiba mais em http://www.vistobrasil.com.br/blog/2009/09/vistodeinvestido/#more-55</p>
<p>O cenário econômico favorece a chegada de mais empresas no país. O preço da energia no mundo está alta e há uma expansão na escala e queda nos custos de produção, que favorece a rentabilidade da operação&#8221;, afirma Correa Carvalho, da Canaplan. &#8220;Os grandes conglomerados internacionais precisam aproveitar esse novo momento e estão atrás de ativos baratos&#8221;, completa.</p>
<p>O visto de investidor estrangeiro requer inicialmente a inclusão do estrangeiro no quadro societário da empresa que receberá o investimento com a modificação do seu  Contrato Social. O setor contábil da VISTO BRASIL mantém contato  e inscrição com as Juntas Comerciais  de todos os estados do Brasil para a correta adequação na Lei Civil em vigor.</p>
<p>Após a regularização da empresa o estrangeiro deverá informar o Banco Central do Brasil a movimentação dos valores investido para que estes tenham validade no processo de visto permanente. A  VISTO BRASIL cuida diretamente desta inscrição quer será feita no Banco Central do Brasil pelos operadores de cambio do escritório com as informações prestadas pelo estrangeiro.</p>
<p>Atualmente também são exigidos outros registros para a descaracterização de crimes de evasão fiscal e de divisas.Todos este serviços são prestados pela VISTO BRASIL.</p>
<p>Por fim o setor jurídico  da VISTO BRASIL  acompanha todo o processo em Brasília nos órgãos competentes para imigração com apresentação da legislação específica que baseia o pedido e verificação nas normas judiciais quanto aos prazos e envio de documentos, carimbos e chancelas em passaporte e  protocolo, até a final obtenção do visto permanente.</p>


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